Referencial de consulta sobre os principais fatos que ocorreram no Amazonas por mais de um centenário, o Jornal do Commercio, o quinto mais longevo do Brasil, chega aos 122 anos de atuação investindo em modernização tecnológica, acompanhando as mudanças necessárias e imperiosas da inovação tecnológica, um marco na mídia das mais diversas nuances no mercado, desde as redes sociais até a grande imprensa.
O sentimento é de lideranças empresariais e políticas que acompanham a trajetória de uma empresa de comunicação solidificada na seriedade, na imparcialidade da notícia e na qualificação de seu corpo de redatores.
Por suas redações, passaram personalidades ilustres, inclusive algumas que ocuparam postos-chave na administração pública amazonense. A reportagem do JC, como é conhecido carinhosamente pelo seu público leitor, ouviu grandes lideranças e até pessoas desvinculadas de quaisquer funções governamentais para saber a sua opinião sobre a trajetória do jornal.
Afinal, são agora 122 anos, completados neste 02 de janeiro de 2026, cobrindo assuntos relevantes que marcaram e continuam marcando a história do Amazonas. Mas que também têm ressonância em outros Estados brasileiros. E ainda nas outras regiões que formam o arco geográfico e econômico da Região Norte, na Amazônia Ocidental, abrigando riquezas e a maior biodiversidade mundial.
Se o JC continua atuante até hoje, deve-se à sua credibilidade, lapidada há dezenas de anos, extrapolando mais de um século, algo reconhecido por empresários dos mais diversos ramos das atividades econômicas, notadamente da indústria e do comércio do modelo ZFM.
E ninguém mais indicado do que o governador Wilson Lima, em seu segundo mandato à frente do Executivo estadual, para avaliar a atuação de um veículo de imprensa que pauta suas ações pelo rigor na divulgação das notícias, pela qualidade de suas produções e pelo compromisso com fontes fidedignas, combatendo a desinformação e as fake news.
“O desenvolvimento do Amazonas passa pelo fortalecimento do diálogo qualificado, da informação responsável e da construção de consensos em torno de uma agenda comum de crescimento econômico e social”, ressalta o governador Wilson Lima, referindo-se à importância do Jornal do Commercio como um fórum de apoio ao desenvolvimento regional, hoje impulsionado pelas mais de 600 empresas instaladas no parque industrial de Manaus, exportando seus produtos para o mercado nacional e para o exterior.
Para Wilson Lima, a empresa jornalística, que teve como um de seus principais dirigentes o saudoso jornalista e empresário Guilherme Aluízio de Oliveira Silva, já falecido, tem se empenhado em parcerias seladas com o empresariado e os governos das três esferas – municipal, estadual e federal.
“E, nesse sentido, o Jornal do Commercio tem cumprido um papel fundamental ao se consolidar como um fórum permanente de debates, ideias voltadas para o desenvolvimento do Amazonas, sendo um espaço plural e qualificado para a defesa dos interesses econômicos do nosso Estado, em especial a Zona Franca de Manaus”, acrescenta o governador.
Leitor assíduo do JC desde a época em que o jornal fazia parte dos Diários Associados, Américo Linderson diz que não perde a oportunidade de folhear a seção do veículo, remetendo a fatos veiculados em meados do século passado.
Para ele, o ‘Fazendo História’ é uma imersão no passado que deixa muito saudosismo em quem viveu em outras épocas. “Lembro muito bem de fatos que marcaram a vida do Amazonas, principalmente em Manaus, até quando eu começava a chegar à adolescência. Que tempo bom que não volta mais”, diz ele, com seus quase 85 anos de idade.
Em sintonia com a economia
Absorvendo, hoje, uma mão de obra de pelo menos 600 mil trabalhadores, superior aos mais de 120 mil postos de trabalho na indústria da ZFM, o setor comercial do Amazonas destaca o dinamismo do JC e a seriedade com que o veículo trata a notícia, com uma interação constante com o segmento comercial.
“O Jornal do Commercio não é apenas um veículo de comunicação impresso. É mais do que isso. Ele (o JC) veicula as matérias mais importantes sobre economia, sobre a sociedade, sobre todos os assuntos pertinentes a Manaus e a todo o Estado do Amazonas”, avalia o presidente da Fecomércio-AM (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Amazona), Aderson Frota, uma das principais vozes e referenciais do setor na região.
Segundo Aderson Frota, o jornal conquistou o empresariado por ser um dos principais referenciais (senão o principal) sobre a economia no Amazonas. “O Jornal do Commercio é um ícone da informação. É um veículo que se distancia da regra geral dos outros porque, acima de tudo, ele veicula notícias de maior importância para o desenvolvimento econômico do Estado do Amazonas”, afirma o empresário.
Aderson Frota também lembra de “seu saudoso amigo” dr. Guilherme (como ressaltou), da proximidade com o jornalista e das longas horas de conversas que faziam abordando os mais diversos assuntos.
“Desde a aquisição do Jornal do Commercio pelo dr. Guilherme Aluízio, isso realmente resultou em uma virada de página. E, acima de tudo, porque ele acrescentou um novo formato. Incrementou naturalmente todos os artigos, criando um grupo de pessoas notáveis com experiência, com conhecimento e bastante capacidade para veicular matérias relativas ao desenvolvimento do Estado do Amazonas”, diz Aderson Frota, sem esconder o carinho que tem pela empresa jornalística.
E acrescenta ainda. “Num momento em que ele (o JC) completa mais um ano de vida, naturalmente é preciso que a gente tenha em mente a sua presença, a sua contribuição, a sua participação em todo o processo de desenvolvimento econômico e social do Estado do Amazonas. Então, eu quero, nas minhas palavras, parabenizar o Sócrates Neto porque ele deu continuidade a esse trabalho maravilhoso, que realmente merece sempre aplauso e reconhecimento muito profundo, não só dos integrantes do comércio, mas de todos os integrantes da economia do Amazonas”, afirma Aderson Frota.
Outra grande voz do comércio, o presidente do CDL-Manaus (Clube dos Dirigentes Lojistas de Manaus), Ralph Assayag, também compartilha da mesma impressão sobre a importância do Jornal do Commercio para o desenvolvimento social e econômico do Amazonas.
“O Jornal do Commercio já é a história do Amazonas e de Manaus. Já faz parte de nossa cidade. Um trabalho belíssimo feito pelo dr. Guilherme Aluízio, uma pessoa de muita estima nossa. Um trabalho muito grande feito junto ao comércio. Uma união muito grande em torno de toda a área comercial”, ressalta Ralph Assayag.
Para o empresário, nada mais merecido que destacar a atuação do JC, que este ano completa seus 122 anos de existência. “Então, é um jornal que tem uma vasta história e acredito que por muito tempo ficará para que a gente possa, cada vez mais, manter o respeito e o cuidado com que devemos ter com esse jornal”, acrescenta Assayag.







