Liberação de compulsórios chegou a R$ 99,8 bilhões, afirma Meirelles

Em: 8 de setembro de 2015
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles informou na última sexta-feira que a liberação de compulsórios para mi­nimizar os efeitos da crise financeira chegaram a R$ 99,8 bilhões até o dia 11 de fevereiro
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles informou na última sexta-feira que a liberação de compulsórios para mi­nimizar os efeitos da crise financeira chegaram a R$ 99,8 bilhões até o dia 11 de fevereiro

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles informou na última sexta-feira que a liberação de compulsórios para mi­nimizar os efeitos da crise financeira chegaram a R$ 99,8 bilhões até o dia 11 de fevereiro.
De acordo com o presidente, o Banco Central ­ainda fez injeção líquida de US$ 27.4 bi­lhões para aumentar a liquidez da moeda americana no mercado brasileiro.
Meirelles reafirmou a importância da acumulação do compulsório e das reservas internacionais durante o período de crescimento para que pudesse ser usado agora. “O Brasil acumulou reservas e as pessoas reclamavam disso. Muitos criticavam porque fazer acumulação tinha um custo naquele momento”, disse Meirelles durante evento em São Paulo.
“Quando se revelou a crise, essa crítica, se tornou improcedente. O mesmo vale para os compulsórios, que se revelou muito importante como reserva de liquidez”, afirmou.

Reunião do G20

O presidente afirmou ­ainda que uma das principais missões da reunião do G20 financeiro que rea­lizará em abril, em Londres, será a de como retomar o crédito internacional para os países emergentes e em desenvolvimento, uma vez que os ­bancos dos países desenvolvidos cortaram esse financiamento como medida para resolver o seu próprio problema de liquidez.
No entanto, afirmou Mei­relles, no Brasil esse pro­blema é menor.
“Não há dúvida de duas coisas. a primeira é que o Brasil vai crescer acima da média mundial [neste ano] e a segunda é que não há como saber qual é a média mundial, o que principalmente do desempenho de Estados Unidos e China”, afirmou.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar