Líderes mundiais condenam ataques a Donald Trump

Em: 15 de julho de 2024

Após o atentando ocorrido no último sábado (13), líderes mundiais condenaram o ataque a Donald Trump, em um comício em Butler, na Pensilvânia. Eles expressaram espanto, denunciaram violência polícia, além de desejar melhoras ao ex-presidente que foi atingido com um tiro de raspão na orelha.

Um pessoa morreu e outra ficou ferida durante o ataque. O atirador identificado como Thomas Matthew Crooks, 20, também foi morto.

O porta-voz do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou o atentado e o chamou de “ato de violência política”.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou o ataque como inaceitável e incentivou que o ato seja condenado.

“O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável”, disse Lula.

O primeiro -ministro do Japão, Fumio Kishida também deckarou violência politica e desafio a democracia.

“Devemos permanecer firmes contra qualquer forma de violência que desafie a democracia”, afirmou o primeiro -ministro do Japão, Fumio Kishida.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar “horrorizado com as cenas chocantes” do comício.

“A violência política, so qualquer forma, não tem lugar nas nossas sociedades, e os meus pensamentos estão com todas as vítimas deste ataque”

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelesnsky, afirmou que “não há justificativas” para tal violência e disse que estava “aliviado” por Trump.

Anthony Albanese, primeiro-ministro australiano, também disse que o ataque foi “preocupante”.

O Presidente da Argentina responsabilizou a “esquerda internacional” pela tentativa de assassinato.

“Em pânico de perder nas urnas, recorrem ao terrorismo para impor a sua agenda retrógrada e autoritária”, escreveu Javier Milei.

No Chile, Gabriel Boric expressou a sua “condenação incondicional” ao tiroteio.

“A violência é uma ameaça às democracias e enfraquece a nossa vida conjunta. Todos devemos rejeitá-la”, disse o Presidente chileno.

Comentários semelhantes foram feitos por líderes da União Europeia, Egito, Tailândia, Taiwan, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Itália, Suécia, Países Baixos e Filipinas.

Vaticano

O Vaticano expressou sua preocupação e afirmou que se soma “à oração dos bispos americanos” pelas vítimas e pelo país.

“A Santa Sé expressa sua preocupação com o episódio de violência da noite passada, que prejudica as pessoas e a democracia, causando sofrimento e morte”, afirmou a sala de imprensa do Vaticano em um comunicado.

Mônica Freires

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