Lucro da Braskem alcança R$ 541 mi

Em: 10 de novembro de 2007
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve um crescimento de 21% em relação ao Ebitda de R$ 2,1 bilhões apurado nos nove meses de
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve um crescimento de 21% em relação ao Ebitda de R$ 2,1 bilhões apurado nos nove meses de

A Braskem evoluiu de forma consistente em seus principais indicadores de desempenho econômico-financeiro nos primeiros nove meses de 2007 em relação a igual período­ do ano anterior. Neste ano, o lucro líquido acumulado pela Bras­­­kem até setembro aumen­tou em mais de 1.300%, totalizando R$ 541 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve um crescimento de 21% em relação ao Ebitda de R$ 2,1 bilhões apurado nos nove meses de 2006 e alcançou R$ 2,5 bilhões. Nos últimos doze meses, o Ebitda foi de R$ 3,5 bilhões, ou US$ 1.7 bilhão, com margem Ebitda de 19%.

“Os resultados obtidos pela Braskem confirmam a mudan­ça do patamar de competitividade da companhia com os benefícios da integração da Co­pesul, Ipiranga Petroquímica e Ipiranga Química, alavancados pelo aumento dos volumes no mercado interno e maior se­­letividade nas exportações com melhoria de rentabilidade”, disse José Carlos Grubisich, presidente da Braskem. “Além disso, a Braskem fixou um novo paradigma na petroquímica global com a confirma­ção do investimento para produzir polietileno verde a partir do etanol”, acrescentou.

Produção e vendas

O aumento da estabilidade­ das operações industriais foi decisivo para a Braskem alcan­çar no terceiro trimestre o seu maior volume de produção des­­de o início de 2006, o que permitiu à companhia suprir a demanda crescente por resinas­ termoplásticas no mercado do­­­méstico com ampliação de mar­­­ket share em seus principais segmentos de atuação.

O volume total de vendas­ de resinas foi de 724 mil tone­­la­das neste trimestre, com des­ta­­­­que para vendas internas, que cresceram 8%; no caso do PVC, o incremento chegou a 9%. Dessa forma, a participação consolidada da empresa no mercado brasileiro passou de 51% no segundo trimestre para 54%.

Em função do aumento da demanda interna, a companhia combinou um mix de vendas com maiores volumes no mer­­cado doméstico e direcionamen­to das exportações para mercados com melhor rentabilidade, como a América Latina e Europa, o que lhe permitiu exportar US$ 548 milhões no terceiro trimestre. No acumulado de 2007, as ex­­portações cresceram­ 16%, saltando de US$ 1.5 bilhão pa­ra US$ 1.7 bilhão.

A receita líquida consolida­da de janeiro a setembro de 2007 foi de R$ 14 bilhões, um aumento de 10% quando com­­­parada à receita líquida de R$ 12,7 bilhões registrada nos no­­ve meses do ano anterior.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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