O ABN Amro, banco holandês que foi comprado no ano passado por um consórcio de bancos integrado pelo RBS (Royal Bank of Scotland), Santander e Fortis, contabilizou aumento de 109% no lucro líquido de 2007 em relação ao ano anterior, para 9,848 bilhões de euros (US$ 14.8 bilhões).
O montante do ano passado já inclui o ganho de 7,16 bilhões de euros gerado pela venda do banco LaSalle, divisão do ABN nos Estados Unidos.
O lucro ajustado da instituição ficou em 2,665 bilhões de euros (US$ 4 bilhões) no período. Excluindo o efeito de baixas contábeis relacionadas ao mercado de crédito (de 1,139 bilhão de euros), o lucro líquido ajustado de operações continuadas do ABN fechou em 2,95 bilhões de euros em 2007, indicando um acréscimo de 18% na comparação com 2006.
O lucro operacional do grupo cresceu 5% no ano, para 17,27 bilhões de euros, refletindo o crescimento na América Latina, Ásia e Holanda, mercados nos quais as receitas cresceram 28%, 30% e 7%, respectivamente.
Inadimplência
e dividendos
Os empréstimos que estão inadimplentes aumentaram em 293 milhões de euros, para 1,70 bilhão de euros, em razão do forte crescimento no segmento de empréstimos no Brasil –o Banco Real.
Por conta da mudança de proprietário durante 2007, o ABN Amro propôs não pagar um dividendo final. O dividendo intermediário, de 0,58 euro por ação, foi pago no terceiro trimestre.







