“Mãe” do PAC precisa pensar em forma de desenvolvimento sustentável

Em: 29 de novembro de 2010
Segundo ela, o histórico desenvolvimentista de Dilma, que ficou conhecida com a “mãe” do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), não poderá ser obstáculo para um nova forma de pensar a economia e o desenvolvimento da Amazônia
Segundo ela, o histórico desenvolvimentista de Dilma, que ficou conhecida com a “mãe” do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), não poderá ser obstáculo para um nova forma de pensar a economia e o desenvolvimento da Amazônia

Segundo ela, o histórico desenvolvimentista de Dilma, que ficou conhecida com a “mãe” do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), não poderá ser obstáculo para um nova forma de pensar a economia e o desenvolvimento da Amazônia.
“Como presidenta, num cenário em que no primeiro turno 20% da população fizeram a opção por um projeto em que a sustentabilidade era frontal, acho que ela precisará ter essa sensibilidade”. Para Adriana, o Brasil tem compromissos relacionados à redução do desmatamento, que fazem com que o país necessite de uma política para a região. “E tem que haver coerência”.
Além da herança de Belo Monte, pelo menos mais um grande projeto na Amazônia deverá ser alvo de polêmica com ambientalistas, caso saia do papel: a BR-319. A rodovia, que deveria ligar Manaus a Porto Velho, poderá cortar uma das regiões mais preservadas da floresta. “Seria uma temeridade. O país não está disposto a pagar por uma rodovia-fantasma, que não tem sentido econômico. Enquanto em Belo Monte ainda há a discussão da demanda do país por energia, essa estrada é apenas uma obra faraônica”, argumentou Veríssimo, do Imazon.
Mais de 200 organizações estão em Belém discutindo os desafios da região amazônica durante a reunião anual do Fórum Amazônia Sustentável.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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