A Masa da Amazônia iniciou a produção de gabinetes de televisores de plasma e LCD, em sua nova máquina injetora, considerada a maior do PIM (Pólo Industrial de Manaus). O objetivo é aumentar a produção e melhorar ainda mais os gabinetes e proteger o seu mercado da ZFM de eventuais concorrentes externos.
Com o mercado substituindo os aparelhos de televisores e monitores de computador de cinescópios pos plasma e LCD, as indústrias do PIM correm atrás da adaptação para atender as indústrias instaladas na área.“Essa é uma das iniciativas da empresa que funciona como alternativa para fugir da crise que envolveu o Setor de Injeção Plástica desde o ano passado”, afirmou a assessoria de comunicação.
De acordo com a assessoria, a máquina tem uma força de fechamento de 1,8 mil toneladas e foi projetada para injetar gabinetes de TV de Plasma e LCD, de até 60 polegadas. O motivo da aquisição do equipamento foi atender ao novo cliente da empresa que está trabalhando com a produção deste tipo de gabinetes.
Em 2007 o setor termoplástico faturou 1,4 bilhões, um aumento de apenas 5,53% em relação ao ano anterior quando as vendas atingiram US$ 1.2 bilhões. Bem abaixo da média do faturamento do PIM que em 2007 foi 12,33% superior a 2006. O setor empregou em 2007, em média 9,3 mil trabalhadores.
A Masa é uma empresa do Grupo Flextronics e emprega 930 trabalhadores. Nos últimos anos, a empresa tem se destacado em âmbito nacional e internacional por ter sido indicada, duas vezes consecutivas, a Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil.
Invasão – O confronto que aconteceu ontem entre PM e invasores, entre eles um grupo indígena sateré-mawé, na área conhecida como Lagoa Azul, na Zona Norte, está longe de ser um confronto cíclico, pré-eleitoral, como querem algumas autoridades. Trata-se de uma demanda social causada pela atração populacional exercida por Manaus, fruto do sucesso do modelo industrial da ZFM. Não é um problema da Suframa, mas da falta de políticas públicas capazes de solucionar as necessidades básicas de uma população que vem para Manaus em busca de melhores condições de vida.
# # #
Invasão 2 – Aliás, os candidatos à Prefeitura deveriam aumentar as suas preocupações com a cidade. Nos últimos 40 anos, Manaus passou de aproximadamente 300 mil habitantes para 1,6 milhões. Portanto, a cidade não pode ser administrada como uma cidade de crescimento populacional vegetativo. A falta de atenção às demandas habitacionais não causam apenas mortes, tristezas, perdas patrimoniais para todos os lados. Causam uma cidade sem planejamento, que depois tem dificuldades para organização o trânsito, dificuldades de saneamento básico e outros problemas causados pela falta de organização inicial dos futuros bairros.
# # #
Prefeitos – Outro problema com que os candidatos a prefeito deveriam se preocupar é com o trânsito. Hoje, Manaus não enfrenta “engarrafamento” apenas em sua área central. Na maioria dos bairros, os congestionamentos já configuram problema para os condutores de veículos. Nos bairros periféricos, os transtornos no trânsito são principalmente causados por ruas estreitas, algumas com espaço para a passagem de apenas um veículo.
# # #
Prefeitos 2 – Não tem defesa o discurso de que os problemas no trânsito estão sendo causados pelo aumento na aquisição de veículos. As políticas governamentais devem estar sempre à frente das necessidades sociais. Caso contrário, o Brasil nunca poderá crescer a índices superiores ao crescimento vegetativo da sua população. E, caso o crescimento econômico não fosse acima do populacional, as necessidades sociais, como emprego, habitação e melhores salários, nunca seriam solucionadas. Isso é um dos problemas do futuro prefeito.
# # #
México – Com o objetivo de aumentar o número de turistas mexicanos que vem ao Brasil, a Emb







