Depois de fecharem o aeroporto de Heathrow e a termoelétrica de Kingsnorth, ambos no Reino Unido, o movimento “Climate Camp” se prepara para incomodar a principal bolsa de créditos de carbono da Europa, a Bolsa Europeia do Clima.
O grupo ambientalista “Climate Camp”, que trabalha em defesa de ações contra as mudanças climáticas, promete fechar a Bolsa Européia do Clima (ECX) no dia 1º de abril, um dia antes da reunião do G20 em Londres, para alertar sobre a ineficácia do mercado de carbono em resolver o problema ambiental. “Tragam suas barracas, sacos de dormir, turbinas eólicas, televisões portáteis, planos de ação e idéias e vamos imaginar um outro mundo”, anunciou o site criado para mobilizar participantes.
Para o movimento, os mercados de carbono foram desenhados com a intenção de atrasar as difíceis decisões que precisam ser tomadas para encarar as mudanças climáticas. “Eles estão abrindo um caminho para as indústrias poluentes pagarem para se isentar da responsabilidade de agir com relação as mudanças climáticas”, afirmou uma das integrantes do Climate Camp, Deborah Lansing.
Ela ressaltou que a crença na onipotência dos mercados teve um final espetacular em 2008 e que o grupo não deseja ver esta mesma lógica falha do mercado aplicada às mudanças climáticas.
Mercado de carbono enfrenta protesto
Em: 8 de setembro de 2015
Depois de fecharem o aeroporto de Heathrow e a termoelétrica de Kingsnorth, ambos no Reino Unido, o movimento “Climate Camp” se prepara para incomodar a principal bolsa de créditos de carbono da Europa, a Bolsa Europeia do Clima
Redação
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