Movimentos sociais se dividem entre Serra e Dilma

Em: 31 de maio de 2010
Alinhados com o PT, os movimentos sociais estão divididos entre o apoio à pré-candidata petista ao Planalto, Dilma Rousseff, e a neutralidade nas eleições
Alinhados com o PT, os movimentos sociais estão divididos entre o apoio à pré-candidata petista ao Planalto, Dilma Rousseff, e a neutralidade nas eleições

Alinhados com o PT, os movimentos sociais estão divididos entre o apoio à pré-candidata petista ao Planalto, Dilma Rousseff, e a neutralidade nas eleições.
Mesmo assim, somam cerca de 8 milhões os que estão sob o comando de entidades que já declararam voto à ex-ministra.
Entidades como CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e UBM (União Brasileira de Mulheres) vão apoiar Dilma, enquanto UNE (União Nacional dos Estudantes), Conam (Confederação Nacional das Associações de Moradores) e MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) se manterão independentes e não farão campanha para nenhum candidato.
Segundo o presidente da UNE, Augusto Chagas, o assunto foi discutido há cerca de 30 dias por delegados que participaram do congresso da entidade, no Rio de Janeiro.
“Houve polêmica sobre se manter ou não independente, mas é a melhor contribuição que podemos dar [manter a neutralidade]. Quem deve ter candidatos são os partidos políticos. Os movimentos sociais apenas ouvem as propostas dos candidatos.”
A CUT, por sua vez, optou por apoiar a pré-candidata da “continuidade”.
“Não queremos o retrocesso, com a volta do PSDB. Passamos por crise, políticas neoliberais, criminalização dos movimentos sociais e falta de diálogo”, disse o presidente da entidade, Artur Henrique da Silva Santos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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