“Agora eu entendo os alpinistas que escalam montanhas na neve. É uma coisa mágica”, comenta Teresa. Já a filha Lara, de oito anos, diz que gostou mesmo foi de brincar de guerra de bolas de neve com o irmão.
Mas nem só de neve vive o turista em Bariloche. As cinco quadras do pequeno centro da cidade abrigam várias discotecas e dois cassinos, além de uma variedade de restaurantes e casas de chá que oferecem uma deliciosa gastronomia de inverno, como chocolates, geléias, fondue e trutas, além dos exóticos patês de cervo e de javali. As verdadeiras estrelas da cozinha patagônica, no entanto, são os defumados de carne e salmão.
San Carlos de Bariloche, a 770 metros de altitude, no noroeste da Província de Río Negro, está a 1.680 km de Buenos Aires. A cidade possui uma rica variedade de alojamentos e comércio.
As montanhas e o lago de nome indígena, que significa “ilha do tigre”, estão espalhados nos 710 mil hectares do Parque Nacional Nahuel Huapi, que faz divisa com a também patagônica Província de Neuquén. O parque foi declarado reserva nacional em 1934. Com isso, 330 mil hectares são protegidos, o que possibilita a sobrevivência de raposas e pumas, animais típicos da região.
Estilo
espanhol
A cidade foi fundada em 1902 por alemães e suíços, como comprova a sua arquitetura. Mas a praça principal, conhecida como Centro Cívico, tem estilo espanhol, com a típica igreja rodeada por edifícios públicos. Esta fica de frente para o lago Nahuel Huapi.






