De um modo geral o transporte coletivo de passageiros nas cidades de porte médio e grande do nosso país, com poucas exceções, não atende satisfatoriamente os seus usuários, que, em resumo, pagam tarifas caras e têm serviços sofríveis.
Manaus não é exceção e, porquanto, o seu transporte de passageiros é muito questionado, principalmente pelos seguimentos políticos, que geralmente apontam soluções, muitas delas tecnicamente viáveis, mas, infelizmente, economicamente impossíveis, em vista a incapacidade financeira desse município, caso que acontece com a maioria das cidades do país.
Como os custos do transporte coletivo são elevados, as efetivações das melhorias dependem muito dos Governos estadual e federal e, por isso, estão sujeitas ao entendimento político pleno, que na maioria das vezes não se concretizam.
Conquanto, como esse modal de transporte é uma essencialidade, uma vez que é vital para qualquer cidade, assim como a educação, a saúde e etc. possuem recursos federais garantidos por Lei, o mesmo requer tal benefício, que se concretizado, possibilitaria as cidades, constantes investimentos em infraestrutura, voltadas para o transporte coletivo urbano.
Enfim, ressalta-se que a falta de infraestrutura é a, principal, causa da carestia e do baixo nível do serviço do transporte coletivo do país, observadas as exceções.







