Ao comentar os dados recém-divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), de que o crescimento do mercado interno é a principal razão do otimismo dos empresários da indústria em relação aos próximos seis meses, a Abeim (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), que representa o varejo de grande superfície, teme que o excesso de euforia possa encobrir as reais necessidades de médio e longo prazos do setor de confecções e acessórios.
A própria CNI declara-se preocupada com o excesso de otimismo ancorado na expansão do consumo interno. “Sem investimentos da indústria para a formação e atualização de mão-de-obra, na substituição e modernização da base instalada e no desenvolvimento de novos produtos, o varejo têxtil poderá depender mais da importação, o que não é vantajoso nem para a indústria, para o país e nem para o comércio”, afirmou Sylvio Mandel, presidente da entidade.






