A Panalpina, grupo mundial especializado em transporte e logística, aumentou significativamente sua receita líquida no primeiro trimestre de 2008, em comparação ao mesmo período de 2007, passando de 9,2% para 15,3%. O lucro bruto foi de -2,2%, ligeiramente inferior. No entanto, houve um ajuste na moeda de 3,1% acima do primeiro trimestre do ano anterior. Com -39,7%, o lucro líquido, afetado pela situação na Nigéria, ficou consideravelmente abaixo do primeiro trimestre de 2007.
Para atingir uma abordagem de mercado mais direta e focada no cliente, o Conselho de Diretores aprovou unanimemente a proposta da CEO Monika Ribar para melhorar as estruturas de gerenciamento da empresa e ampliar de cinco para sete as funções no Conselho Administrativo.
“Em um mercado global em constante mudança, com requisitos cada vez mais complexos do cliente, os tempos de reação menores e as estruturas que permitam flexibilidade na tomada de decisões são elementos essenciais para o sucesso”, declara Ribar. Ela explicou que “com a nova estrutura de gerenciamento, a ser implementada com efeito imediato, continuamos no nosso caminho para focalizar o cliente e ficar muito próximo do mercado”.
Para aumentar ainda mais os laços de proximidade com os negócios dos clientes, a função de Produto e Compras agora faz parte do Conselho Administrativo. Além disso, como um instrumento de gerenciamento estratégico, os Recursos Humanos também foram recentemente definidos como função do Conselho Administrativo. Todas as novas divisões do Conselho Executivo foram preenchidas por membros altamente qualificados da administração do próprio Grupo.
Sandro Knecht, que era responsável pela região da Europa como CEO regional até agora, foi nomeado para Diretor de Vendas. A antiga diretora do transporte marítimo, Dominik Tichelkamp, assumirá o cargo de Diretora de Produtos. Também recentemente representado no Conselho Executivo é o chefe de Recursos Humanos, Alastair Robertson.
Karl Weyeneth foi indicado como Diretor Operacional. Nessa função, o antigo CEO regional para América do Norte também assumirá a responsabilidade operacional de todas as regiões do Grupo, substituindo Jörg Eggenberger, que deixou a empresa de comum acordo. Monika Ribar reconheceu as conquistas de Jörg e explicou que ele deu consideráveis contribuições para o desenvolvimento da empresa”.
Regiões contribuem para o resultado
Todas as regiões contribuíam com o crescimento orgânico puro. Enquanto a América Central e a América do Sul, a região Ásia-Pacífico e Europa/África/Oriente Médio/CEI aumentaram suas receitas líquidas em mais de 8%, o crescimento da América do Norte, afetado pela queda do dólar, foi de apenas 3%. A margem de contribuição do Grupo (lucro bruto) ficou ligeiramente atrás, com -2,2%, porém houve o ajuste na moeda de 3,1% acima do resultado do ano anterior.
Em suas principais atividades, o Grupo Panalpina teve um desempenho melhor do que o do mercado. O aumento do volume de transporte marítimo foi de 14% (o crescimento do mercado ficou em torno de 6% a 7%). A tonelagem do transporte aéreo aumentou 4,4% (o crescimento do mercado ficou em torno de 3% a 4%).







