Pará tenta usar TAC para voltar a vender carne

Em: 6 de julho de 2009
A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, disse na última quinta-feira], durante audiência pública realizada em Belém com senadores e deputados federais, que a solução para o embargo da carne do Estado é estabelecer um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta)
A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, disse na última quinta-feira], durante audiência pública realizada em Belém com senadores e deputados federais, que a solução para o embargo da carne do Estado é estabelecer um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta)

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, disse na última quinta-feira], durante audiência pública realizada em Belém com senadores e deputados federais, que a solução para o embargo da carne do Estado é estabelecer um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta).
Segundo ela, o TAC está em processo final de negociação com o MPF (Ministério Público Federal). Os parlamentares, no entanto, avaliaram que o mecanismo terá pouca influência na mudança da situação atual.
No início do mês, o MPF ajuizou ações contra pecuaristas e frigoríficos do Pará por considerar que eles causaram a devastação da Floresta Amazônica. Alguns dias depois, três grandes redes de supermercados – Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart – decidiram suspender a compra de carne de 11 frigoríficos localizados em áreas apontadas como de desmatamento na região Amazônica.
A audiência tinha o objetivo de dar prosseguimento aos debates de outro encontro, realizado na semana passada, qual não compareceram representantes da organização não governamental Greenpeace.
A ONG divulgou um relatório sobre o assunto que, segundo o setor produtivo, teria influenciado o embargo à carne. Mas novamente, nenhum representante do Greenpeace compareceu à mesa para se pronunciar a respeito.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar