“Gerar, patentear e comercializar os produtos antes dos outros. Se antecipar aos biopiratas. Ser competente mesmo”. Essa é a receita do pesquisador Luis Antônio de Oliveira, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), para acabar com a biopirataria que vitima a fauna e a flora brasileiras.
O tema foi abordado em audiência pública na quinta-feira na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, atendendo a solicitação da deputada Rebecca Garcia (PP-AM) e do deputado Marcelo Serafim (PSB-AM). Apesar de acreditar que a legislação ainda é precária e precisa ser melhorada, Luis Antônio Oliveira deixa claro que lei e fiscalização não resolvem o todo do problema.







