PIB crescerá pelo menos 8% em 2009

Em: 12 de novembro de 2009
“Com os resultados de outubro à vista, o governo tem mais razões para acreditar que as bases da economia se reforçaram o suficiente para alcançar a meta de crescimento do ano”, declarou Sheng Laiyun, porta-voz do Escritório Nacional
“Com os resultados de outubro à vista, o governo tem mais razões para acreditar que as bases da economia se reforçaram o suficiente para alcançar a meta de crescimento do ano”, declarou Sheng Laiyun, porta-voz do Escritório Nacional

“Com os resultados de outubro à vista, o governo tem mais razões para acreditar que as bases da economia se reforçaram o suficiente para alcançar a meta de crescimento do ano”, declarou Sheng Laiyun, porta-voz do Escritório Nacional.
Em outubro, aumentaram a produção industrial, as vendas no varejo e os investimentos em capital fixo, com quedas mais moderadas dos preços e das exportações.
O bom momento da economia é consequência direta das medidas adotadas pelo governo chinês nos últimos 11 meses: um grande plano de recuperação de mais de US$ 500 bilhões em dois anos, destinados principalmente aos investimentos, flexibilização da política monetária e medidas fiscais de apoio à indústria.
Um dos principais resultados foi o salto de 33,1% dos investimentos em capital fixo entre janeiro e outubro de 2009, 5,9 pontos a mais que o mesmo período em 2008.
A produção industrial voltou a subir em outubro, alcançando 16,1% em ritmo anual, contra ganho de 8,2% no mesmo mês em 2008), quando a crise mundial começou a afetar a China.
O índice de preços ao consumidor, principal indicador de inflação ou deflação, atenuou a queda, mas ainda evolui na zona negativa.
Em outubro, o índice anual registrou baixa de 0,5%, contra queda de 1,1% nos primeiros nove meses do ano.
O índice anual das vendas no varejo, reflexo do consumo da população, subiu 16,1% em outubro, uma alta menor que a do mesmo período de 2008, mas superior a de setembro.
Há vários anos, o governo chinês tenta estimular o consumo residencial, o que em 2009 coincide com o objetivo de acelerar o reequilíbrio da economia.
Os críticos do plano de recuperação da economia afirmam que para compensar a queda das exportações, principal motor do enriquecimento dos últimos 20 anos, a China depende em demasia dos investimentos públicos e do crédito fácil implementado pelo governo, em detrimento do consumo, o que no momento contribui de modo insuficiente para o crescimento.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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