Preço varia de acordo com o modelo

Em: 1 de fevereiro de 2008
Existem modelos masculinos, robustos, e por isso mais caros; e os delicados modelos femininos.
Existem modelos masculinos, robustos, e por isso mais caros; e os delicados modelos femininos.

Existem modelos masculinos, robustos, e por isso mais caros; e os delicados modelos femininos. Talvez não pelo preço mais em conta, e sim pela sua admiração por jóias, quem mais compra os anéis de formatura na De Oro, segundo Eder Rabelo, são as mulheres. O empresário também detectou que a maioria dos clientes compra para si mesmos, se presenteando pelo marco conseguido, muito embora existam aqueles pais que, orgulhosos, vêm comprar o anel para dar de presente ao filho, ou filha.
“Tenho casos aqui em que o avô comprou seu anel de formatura na Duque Jóias e veio comprar o anel do neto aqui na De Oro”, lembrou Eder. Outro fato comum é o cliente que teve o seu anel roubado, ou perdido em algum lugar, vir mandar fazer um outro para substituir aquele que se foi.

Assistência
gratuita

E a loja ainda dá assistência gratuita por cinco anos. Entre as universidades que mais compram os anéis, ou por serem as maiores, ou por possuírem maior quantidade de alunos com um bom poder aquisitivo, destaque para a Nilton Lins, seguida pela Uninorte. A Ufam (Universidade Federal do Amazonas), cujos alunos foram os pioneiros na compra de anéis de formatura, na época da UA, também mantém uma boa fatia nas compras.
Eder Rabelo disse que enquanto for um orgulho receber o diploma de um curso superior, haverá formandos que comprarão anéis para marcar aquele momento para sempre.
Mesmo que superficialmente, pode se observar uma mudança positiva no momento em que os formandos passam a utilizar o anel de formatura com relação à sua personalidade. É como se uma chave ligasse a pessoa a uma nova realidade.
Assim, ao colocar o seu anel de formatura no dedo anelar da mão esquerda, saiba que neste exato momento você estará abrindo uma porta para o sucesso.

• Fonte: Wikipédia.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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