A crise econômica esfriou a posse dos prefeitos das principais capitais do país, muitos dos quais já anunciaram cortes ou contingenciamento nos gastos públicos para este ano.
Embora ninguém admita que terá de recuar em suas promessas de campanha eleitoral, é consenso entre eles a avaliação que o ano de 2009 será de aperto no orçamento.
Em São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), 48, afirmou que “é preciso navegar com cautela nessas águas turvas” e anunciou congelamento em todas as áreas da prefeitura, excetuando saúde, educação e transportes. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), 39, assinou decretos “anticrise” com o objetivo de economizar, neste ano, R$ 1,3 bilhão -o Orçamento-2009 da cidade é de R$ 10,2 bilhões. Uma das medidas prevê a redução dos salários de cargos de confiança.
Os prefeitos de Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba, respectivamente, José Fogaça (PMDB), Marcio Lacerda (PSB) e Beto Richa (PSDB), também anunciaram redução nas despesas.
Em Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), em segundo mandato, prometeu uma administração mais “enxuta” e declarou que vai controlar até o tempo das ligações telefônicas nos órgãos públicos do município.
Prefeitos fazem cortes de gastos
Em: 5 de janeiro de 2009
A crise econômica esfriou a posse dos prefeitos das principais capitais do país, muitos dos quais já anunciaram cortes ou contingenciamento nos gastos públicos para este ano
Redação
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