Ramos diz que 60% do salário era do PCdoB

Em: 25 de agosto de 2009
Num longo pronunciamento na Câmara Municipal, o vereador Marcelo Ramos (sem partido) falou sobre o processo interno a que responde no PCdoB (Partido Comunista do Brasil), do qual se desligou há alguns dias
Num longo pronunciamento na Câmara Municipal, o vereador Marcelo Ramos (sem partido) falou sobre o processo interno a que responde no PCdoB (Partido Comunista do Brasil), do qual se desligou há alguns dias

Num longo pronunciamento na Câmara Municipal, o vereador Marcelo Ramos (sem partido) falou sobre o processo interno a que responde no PCdoB (Partido Comunista do Brasil), do qual se desligou há alguns dias.
Citando as acusações que o partido lhe imputa, Marcelo revelou que durante o tempo em que exerceu cargo da prefeitura foi obrigado a destinar 60% dos seus vencimentos ao partido, assim como, enquanto vereador foi instado a destinar o total da verba de gabinete para militantes que não trabalhavam na CMM.
Uma das acusações contra Marcelo é de descumprimento de decisão do PCdoB pelo seu afastamento do cargo de presidente do IMTU. Segundo o parlamentar, o afastamento se deu no dia e hora acertados com a executiva nacional do partido.
Outra acusação seria de tentativa de inviabilizar a formação de chapa de vereadores do partido, propondo renúncia coletiva dos candidatos quando o PCdoB decidiu se coligar com o PMDB e apoiar a candidatura do vice-governador Omar Aziz à Prefeitura de Manaus.
“Na ocasião, dei entrevista pública sobre o assunto e disse que se o PCdoB coligasse formalmente, eu não seria candidato a vereador, e não seria porque não sou cara de pau, não passaria dois anos apoiando um governo e na eleição passaria a ser oposição”, afirmou.

Redação

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