Rota do vinho é atração na serra gaúcha

Em: 23 de dezembro de 2010
Formada por 28 municípios da serra gaúcha, a região da Uva e do Vinho, no Rio Grande do Sul, é um bom roteiro de viagem para quem quer vivenciar diferentes sensações, sejam de clima ou degustativas
Formada por 28 municípios da serra gaúcha, a região da Uva e do Vinho, no Rio Grande do Sul, é um bom roteiro de viagem para quem quer vivenciar diferentes sensações, sejam de clima ou degustativas

Formada por 28 municípios da serra gaúcha, a região da Uva e do Vinho, no Rio Grande do Sul, é um bom roteiro de viagem para quem quer vivenciar diferentes sensações, sejam de clima ou degustativas.
Com estações do ano bem definidas, esse pedacinho de Brasil foge do padrão de país tropical, podendo chegar a temperaturas extremas, entre – 5ºC e 35ºC. Além disso, é conhecido por suas diversas vinícolas, de onde os representantes locais dizem sair 90% da produção de vinhos e espumantes nacionais.
Habitada por cerca de 1 milhão de pessoas, essa região é formada por uma grande maioria de imigrantes italianos e reserva belas paisagens para quem quiser desbravá-las, por meio de diferentes rotas em que é possível apreciar a arquitetura local, conhecer boas vinícolas e fazer compras. Entre elas, estão alguns passeios como os caminhos da imigração, de pedra e de Faria Lemos, o vale do rio das Antas, a via do Leite e do Queijo e os caminhos da Colônia e do Salto Ventoso.
Ali, o turismo é incentivado de maneira que o visitante possa experimentar os diferentes tipos de vinho produzidos na região, bem como participar de alguns processos de sua fabricação -como a colheita das uvas, que acontece sempre no início do ano.
Ao todo, são cerca de 90 vinícolas, das familiares às mais profissionais, a serviço do consumidor. Como infraestrutura, o Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da região informou que 20 de suas cidades totalizam 7.290 leitos, que se concentram em Bento Gonçalves e Caxias do Sul. “Esses estabelecimentos são, em sua maioria, pequenos hotéis e pousadas familiares, mas alguns têm o diferencial de serem juntos a vinícolas’’, diz a diretora-executiva do sindicato, Márcia Ferronato.
De acordo com a sindicalista, a média de preços da diária nesses hotéis, por casal, é de R$ 200. E são justamente os casais os principais turistas que visitam a região. “Temos uma pesquisa que mostra que a faixa etária da maioria dos nossos turistas é de 35 anos. Muitas pessoas idosas também procuram a cidade’’, completa.
Márcia também informa que o turista da região costuma ter um gasto médio de R$ 400 por dia, incluindo a hospedagem.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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