Salário de CEOs vira preocupação, aponta pesquisa com executivos

Em: 17 de abril de 2008
Um estudo com ­profissionais da Korn/Ferry em 2007 ­revelou que ­aproximadamente 21% considerou que a remuneração do chefe executivo de sua empresa é ­demasiada.
Um estudo com ­profissionais da Korn/Ferry em 2007 ­revelou que ­aproximadamente 21% considerou que a remuneração do chefe executivo de sua empresa é ­demasiada.

Em meio aos apelos recentes por pagamentos justos, mais de um terço dos executivos (34%) expressou no mínimo alguma preocupação com respeito à remuneração dos CEOs de suas empresas, de acordo com o último Quiz Executivo da Korn/Ferry International, empresa internacional de fornecimento de soluções de gerência bem-sucedidas.
Por outro lado, uma pesquisa com executivos da Korn/Ferry em 2007 revelou que aproximadamente um quinto (21%) considerou que a remuneração do chefe executivo de sua empresa é demasiada.
Além disso, quatro entre cinco executivos (80%) afirmaram que os acionistas deveriam ter pelo menos algum “poder de decisão com relação aos pagamentos” dos executivos de suas organizações.
Hoje, os acionistas estão testemunhando uma progressiva disparidade entre a crescente remuneração dos CEOs e os decrescentes preços das ações.
“A tumultuada atmosfera econômica destaca os desafios de se obter remuneração pelo bom desempenho”, disse o diretor administrativo dos Conselheiros de Remuneração de Executivos da Korn/Ferry, Russell Miller. “A comunidade empresarial continua a se concentrar em ajustar pagamento e desempenho, e as empresas estão obtendo sucesso desordenado diante deste objetivo.”

Refletir a
realidade
Quando questionados se sentiam que a remuneração dos CEOs de suas empresas refletia diretamente o desempenho da empresa, mais da metade (55%) dos entrevistados indicou que isso não reflete ou apenas reflete “de alguma forma” os resultados da empresa. Outros 42% disseram que a remuneração dos seus CEOs estava de acordo com o desempenho da empresa.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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