Seguro Residencial está em alta no Mercado

Em: 12 de maio de 2017
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Hoje não basta apenas murar uma casa e guardar o veículo na garagem para se sentir seguro contra roubos, incêndios e até acidentes.

É necessário investir em Seguro para que, no caso dessas intempéries, o seu investimento nesses bens materiais não sejam perdidos.

Há 20 anos no mercado de seguro em Manaus, a Caçauerê Corretoras de Seguro oferece várias modalidade de seguros para seus clientes como: veículos, residencial, empresarial, consórcio, de vida, previdência privada, embarcações e transportes.

De acordo com o proprietário da seguradora, Carlos Roza, atualmente os seguros mais baratos procurados no mercado são: de previdência, consórcios, veículo e de residência.

“Há umas semanas fechei seguro de uma casa que custou R$ 300. Acredito que foi um preço excelente. E nesta modalidade, oferecemos cobertura contra roubo, furto e incêndio, no caso da queda de um raio na casa”, disse ele.

Já no seguro de automóvel, o corretor afirma que a procura pela modalidade cresceu muito neste ano. “O seguro de carro está muito bem neste momento, varia de R$ 1.800 a 2.000, dependendo da marca e do fabricante, até mesmo da situação do escório (CPF) do cliente. Pois se ele tiver alguma restrição financeira o custo do seguro sobe”, explica Roza.

O seguro de automóvel oferece atrativo de proteger o cliente em casos de roubo, furto e acidente de alta periculosidade. “Pois o índice de roubo está muito em alta neste momento. Por exemplo, só na minha rua, cinco veículos já foram roubados este ano, e quase todos não possuíam seguro”, disse o corretor.

Em tempos de recessão econômica, Roza lamenta que a venda de seguro caiu mais 30%. “Foi uma queda muito brusca. E foi os descontos nos valores dos seguros que fez com que as seguradoras não caíssem de vez. E em decorrência dessa queda, os corretores tiveram que dá desconto nas suas comissões que variou entre 15% a 25%”, lembra ele.

Já as seguradoras, como Porto Seguro e a HDI, ofereceram, em tempos de recessão, descontos de R$ 100 a R$ 500 cima do valor do seguro. “A HDI Seguro, por exemplo, nos deu, outro dia, o desconto de 38% no seguro em cima do valor prêmio de um veículo”.

Roza explica que as corretoras de seguros são prestadoras de serviços das Seguradoras, como Porto Seguro e HDI. “Já o corretor é o intermediário entre o segurador e a seguradora. E atualmente, o corretor de seguro está perdendo muito clientes para os bancos e concessionárias.

Porque o banco não trabalha com corretor, nem com comissão. Em compensação, o corretor oferece suporte ao cliente, sendo o intermediário, no caso do sinistro (doença, acidente ou morte) ajudando o segurado. Já o gerente do banco, pede que o segurado ligar para o 0800 do banco, para resolver o problema. E, mesmo assim, os seguros de bancos estão dominado o mercado”.

E mesmo com o investimento do Governo Federal para o crescimento econômico do país, como FGTS, Roza se disse cético quanto a melhoria total do Setor de Seguro no país. “Isso só vai melhorar quando os juros dos Bancos caírem, pois entendo que o banco é um agiota legalizado que cobra 15%.
Que se o segurado atrasar no pagamento do seguro, eles adicionam mais por centos em cima do valor real, se tornado uma bola de neve e injusto”, finaliza ele.

Seguro Saúde
Outra empresa que ver um crescimento tímido do Setor de Seguro no Estado, é a Siel Administradora e Corretora de Seguro LTDA.

De acordo com o corretor e proprietário da empresa, Sílvio Andrade, em anos anteriores, quando a crise estava em alta, as pessoas tinham medo de contratar qualquer modalidade de seguro. “Hoje vejo que as pessoas estão mais seguras em adquirir um seguro, porque antes, elas tinham medo de perder dinheiro.
E o desemprego também colaborou muito para esta queda”, lembra ela.

A Siel Seguro oferece serviços de seguros para previdência, automóvel vida saúde empresarial, residencial e outros. “Acredito que as modalidades de seguro que mais caíram com a crise foram os de automóvel e o residencial. Porém, o que se mantém mais em alta, pelo menos em nossa empresa, é o seguro-saúde, uma vez que as pessoas precisam muito deste serviço”.

Para o seguro de automóvel a seguradora oferece as seguintes coberturas: reparo, onde é pago uma franquia para o conserto; no caso de roubo, indenização; e na batida muito forte, com perda total, o cliente passa o carro batido para a seguradora e ela recebe o valor para ele comprar do outro veículo.
Para ter o seguro de um veículo, por exemplo, Andrade explica que o valor do investimento varia de modelo, marca, idade do segurado, pois se o escório, ou CPF tiver alguma restrição financeira o custo do seguro sobe. “E se não tiver nenhuma restrição, a seguradora oferece até um desconto para este segurado.

E hoje, o valor do seguro de um veículo vária entre R$ 1.500 até R$ 20.000. Já o residencial, saí mais barato, R$ 500.00 para o ano todo”

Entre as vantagens do seguro residencial oferecido pela Siel Seguro são: assistência do encanador, eletricista e incêndio. “E no para o seguro pessoal, em caso de morte, invalidez e acidente, o investimento do seguro vai para quem o segurado indicar, ou os dependentes legais, no caso de esposas e filhos”, finaliza Andrade, que trabalha há 20 anos como corretor de seguros em Manaus.

Carreira de corretor é atrativa
Muito além de intermediário na venda, como era considerado no passado, o corretor de seguros, hoje, é reconhecido como um dos profissionais mais preparados na prestação de serviços ao consumidor.

Mais importante: as possibilidades de ganho são bastante atrativas, mesmo no cenário de crise, devido à força econômica do setor. Em 2016, o mercado faturou R$ 218,7 bilhões, aumento nominal de 10,1% na comparação com 2014, segundo o último balanço da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O interesse pelo programa oferecido pela Escola Nacional de Seguros tem crescido: em termos de Brasil, na comparação entre 2016 e 2015, houve incremento de 24% no número de novos alunos no Curso de Capitalização.

Em Manaus, o crescimento pelo curso foi de 45%, conforme a Susep.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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