Setor produtivo local tem R$299 milhões

Em: 16 de fevereiro de 2008
Desse montante, o Banco da Amazônia vai destinar R$ 239,74 milhões para aplicação de crédito em empreendimentos rurais e não-rurais e R$ 59,93 milhões à agricultura familiar.
Desse montante, o Banco da Amazônia vai destinar R$ 239,74 milhões para aplicação de crédito em empreendimentos rurais e não-rurais e R$ 59,93 milhões à agricultura familiar.

Em 2008, o Banco da Amazônia está disponibilizando R$ 299,67 milhões em financiamentos para o Amazonas. Deste montante, R$ 239,74 milhões são destinados para aplicação de crédito em empreendimentos rurais e não-rurais e R$ 59,93 milhões à agricultura familiar. Os recursos disponíveis superam em 26,97% o valor previsto para o ano passado, que foi de R$ 236 milhões. No total, a instituição bancária concedeu R$ 227,47 milhões no ano passado.
A segunda maior fatia foi dirigida à agricultura familiar, que possui como fonte de recursos o FNO (Fundo Constitucional do Norte) e o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). No ano passado, o segmento recebeu do banco cerca de R$ 30,57 milhões em crédito. Os recursos destinados aos empreendimentos rurais somam R$ 28,63 milhões. O valor é distribuído entre o setor agropecuário (R$ 27,20 milhões), floresta (R$ 860 mil) e pesca e aqüicultura (R$ 570 mil).
Já o montante no valor de R$ 211,11 milhões foi reservado aos empreendimentos não-rurais, divididos em seis segmentos. A cifra mais elevada, da ordem de R$ 108,38 milhões, foi dispensada à indústria.
Do restante do dinheiro, R$ 48,85 milhões ficaram para infra-estrutura, enquanto o setor de comércio e serviço tem R$ 29,97 milhões em crédito. O Banco da Amazônia disponibiliza ainda R$ 6,69 milhões à exportação, R$ 13,57 milhões ao turismo e R$ 3,65 milhões à agroindústria. Os recursos concedidos aos empreendimentos rurais e não-rurais vêm do FNO e do Amazônia Sustentável.
No entanto, o gerente regional do Banco da Amazônia, Antônio Carlos Benetti, explicou que os valores não são fechados. “Os dados são estimativas de aplicação por atividade. Porém, eles podem ser remanejados conforme a demanda de cada segmento”, afirmou.
Segundo o dirigente, a expectativa para 2008 é alcançar incremento entre 10% e 20% no índice de financiamentos negociados.
Benetti informou que a projeção otimista baseia-se na retração da taxa de juros do banco de 11,5% para 10% a partir do dia 1º de janeiro deste ano. “Calculando com o bônus de adimplência de 15%, a maior taxa era de 9,7%. Com a queda da tarifa, o valor da maior taxa agora é de 8,5%”, disse.
Conforme o executivo, outro ponto que vai contribuir para o crescimento da demanda por financiamentos é a abertura de mais uma agência na cidade de Manaus ainda no primeiro semestre de 2008, que terá como foco a concessão de crédito para o Pólo Industrial de Manaus.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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