Stampfer projeta 20% de crescimento

Em: 2 de fevereiro de 2017
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Instalado em mais 150 metros quadrados e com um investimento de R$ 1,2 milhão em máquinas e depósitos, a empresa Stampfer da Amazônia Indústria e Comércio Ltda vem crescendo a cada ano no mercado de fabricação de caixas elétricas metálicas.

A empresa produz linha de telefonia, hidráulica, cabines blindadas de subestação, centro de medição, torres e outros produtos do segmento.

De acordo com o diretor da empresa, Hector Eduardo, mesmo com a crise econômica no país, a setor de venda de caixas elétricas vem crescendo a cada ano e ele espera aumentar seu negócio em 20% até o final de 2017.

“Uma vez que neste tempo de crise, a empresa teve uma queda nas vendas em 35% a 45%. Mas no início de janeiro tivemos um aumento de 5%. Porém, para melhorar mesmo, dependemos do que o governo vai apresentar para economia do país” acredita diretor.

O que produz
Neste ramo são produzidas estruturas metálicas como: Caixas elétricas, Centros de medição, subestação, quadros de comando e QGBT (Quadro Geral de baixa tensão) utilizadas na construção civil (para pontes, silos, viadutos, galpões, passarelas, coberturas, andaimes e pórticos), na infraestrutura de transmissão de ondas de energia elétrica, rádio, televisão, entre outras (subestações, torres, antenas transmissoras e de emissoras) e para prospecção e extração de petróleo.

A demanda concentra-se em construtoras, empresas petrolíferas e prestadoras de serviço de engenharia em diversos setores.

Administrativo
Conforme a gerente financeira da Empresa, Rosele Luckwu, a Stampfer da Amazônia no ano de 2016 fechou muito ruim em vendas. “Acredito que em todos os setores que utilizam estruturas metálicas e que compram os nossos produtos também enfrentaram dificuldades financeiras no ano passado. Mas, na contra mão do pessimismo, acredito que 2017 seja o ano de retomarmos os negócios com altas vendas em todos os setores, inclusive no nosso”

Rosele falou ainda que a estratégia para escoar mais rápido os produtos no mercado este ano é “fabricar novos e abrir frente para clientes em potencial, pois revendemos para muitas lojas e também para construtoras, centro de medição e hotéis importantes”, salienta ela.

Para a fabricação da estrutura da caixa metálica, a Stampfer precisa do projeto enviado pelo cliente. Porém, a mesma pode desenvolvê-lo conforme as especificações solicitadas. “Já fizemos uma subestação em um mês, todavia houve uma que demorou três ou quatro meses para aprontar por causa da grande estrutura”, lembrou Rosele.

Os valores dos produtos da Stampfer da Amazônia em produção contínua, não por encomenda, custa entre R$ 14,30, uma caixa monofásica, até R$1.500 um produto de grande porte.

Sobre a crise, Rosele ressalta que à queda na Construção Civil no passado em 2016 foi a que mais abalou o setor de estrutura metálica. “A gente sentiu bem. Agora vamos esperar sobre as medidas que o governo está querendo tomar e ver se vai surgir efeito positivo. Penso que sim”, disse ela.

Futura Expansão
E sobre uma pretensão de expandir a empresa para o PIM 2 (Polo Industrial de Manaus), Rosele revela que sim. “Já enviei o projeto para adquirir um terreno dentro da Suframa. Agora, estou esperando ser aprovado. Após esse fato, vamos atrás da localização de um terreno. Estamos dependendo da reunião do conselho da Superintendência”, informa a administradora.

Ontem e hoje
Atualmente a empresa trabalha com três vendedores externos e 10 profissionais das seguintes áreas de atuação: serralheiros, soldadores, pintores, operadores de máquinas e o administrativo.

E para estruturar a empresa, a compra de todos os insumos, equipamentos e materiais, Roseli revelou que foram comprados com recursos próprios, porém duas máquinas, foram através de um financiamento pelo banco Basa.

O que pode se produzir com o metal
Fabricação de esquadrias de metal -A fabricação de esquadrias de metal corresponde a produtos como: batentes, grades e marcos; portas e portões; venezianas; e basculantes e janelas (modelos de correr, com ou sem grades e de materiais diversos – aço, alumínio, ferro). Esta classe também inclui os serviços de instalação quando realizados pela unidade fabricante. Dito isso, estarão compreendidos dentre os principais usuários deste serviço: lojas de departamento de artigos de construção, lojas especializadas na venda de itens de obras e reformas, empresas prestadores de serviços de manutenção, construtoras, dentre outras relacionadas.

Fabricação de ferramentas A fabricação de ferramentas é um ramo absolutamente abrangente. Aqui serão produzidas ferramentas com aplicação em indústrias, comércios e empresas prestadoras de serviços diversos, até pessoas físicas.

Em seguida, as ferramentas fabricadas são destinadas à revendedores para distribuição e comercialização em escala maior, quando não fornecidas diretamente aos seus usuários.

A variedade de produtos é enorme, como: alavancas, pés-de-cabra, alicates, torquezes, tenazes, almotolias (também engraxadeiras), arcos de pua, arcos de serra, bigornas, brocas (para mineração, por exemplo – também do tipo intercambiável para fixação em ferramentas), cavadeiras, chaves diversas (inglesas, parafusos, tipo “philips”).

Além dos citados, continuamos a lista com cisalhas (para cisalhamento), corta-vidros, diamantes (também para uso em brocas), entalhadeiras (para entalhar madeira), enxadas (enxadões inclusive), facões e ferramentas diversas para as seguintes operações: chanfrar, moldurar, ranhurar, para extrusão, endireitar, retificar, perfurar, soldar e tantas outras operações. Finalmente, ainda completam a lista as foices, forjas portáteis, formões, goivas, furadeiras, limas, limatões, grosas, machados, machadinhas, cossinetes para tarraxas, marretas (e martelos), picaretas, pinças, punções, plainas, saca parafusos, saca polias, torniquetes, serrotes, tesouras, talhadeiras e tornos.

Outros materiais de metal vão abastecer setores locais
A fabricação de outros produtos de metal destina-se a uma enorme diversidade de segmentos.
A categoria é melhor assimilada pela exemplificação dos itens que pertencem a ela: materiais de segurança (cofres, caixas, compartimentos e (portões para caixa-fortes); peças de embarcações (hélices e âncoras); ferragens eletrotécnicas para redes de transmissão de energia (braçadeiras e cintas para postes, hastes de aterramento de energia, mão francesa, dentre outros); soldas (tubos, barras, fiações e eletrodos); e outros itens diversos (ímãs, percevejos, sucatas, lixeiras, abraçadeiras, cantoneiras, juntas, bainhas, cabinas, expositores e mostruários eletrônicos, grampos (para grampeadores) e cinzeiros metálicos.

Comércio varejista de ferragens e ferramentas
O comércio especializado em ferragens e ferramentas atinge os consumidores do mercado de obras e construções, desde grande incorporações e empreiteiras, até pequenos prestadores de serviços de reformas e manutenções.
As ferragens compreendem peças de metais e outros produtos metalúrgicos como: arames, pregos, porcas, arruelas, buchas e parafusos para uso geral; dobradiças e fechaduras de portas; correntes e cadeados; rodízio e roldana; telas e vergalhões.
Entre as ferramentas, há manuais, elétricas e as não-elétricas: picaretas e martelos; serrotes e serras; furadeiras elétricas e demais aparelhos de suporte à construção.

Comércio atacadista de ferragens e ferramentas
O comércio atacadista de ferragens e ferramentas é vendido principalmente para companhias do setor de construção civil, sejam elas construtoras e empreiteiras, ou prestadoras de serviços de obras e engenharia. Parte da demanda supre também outros comerciantes de menor escala para posterior revenda.
Os produtos desta categoria são ferramentas para obras e serviços domésticos, como martelo, alicate, furadeira, chave de fenda, serra, serrote e até mesmo picareta, com exceção dos industriais. Também entram na classificação parafuso, prego, arruela, porca, cadeado, fechadura e tela de arame.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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