Taxas do empréstimo pessoal e do cheque especial voltam a subir em junho

Em: 14 de junho de 2010
As taxas médias do empréstimo pessoal e do cheque especial voltaram a subir neste mês, registrando a segunda alta consecutiva dos juros nessas duas modalidades, segundo pesquisa do Procon divulgada no início da semana
As taxas médias do empréstimo pessoal e do cheque especial voltaram a subir neste mês, registrando a segunda alta consecutiva dos juros nessas duas modalidades, segundo pesquisa do Procon divulgada no início da semana

As taxas médias do empréstimo pessoal e do cheque especial voltaram a subir neste mês, registrando a segunda alta consecutiva dos juros nessas duas modalidades, segundo pesquisa do Procon divulgada no início da semana.
Dos dez bancos pesquisados no último dia 2 deste mês, quatro alteraram os juros no empréstimo pessoal e seis no cheque especial.
No empréstimo pessoal, a taxa média foi de 5,28% ao mês, ante 5,21% em maio. No cheque especial, passou de 8,83% para 8,90%.
De acordo com o Procon-SP, o mercado reagiu à perspectiva de aperto monetário para controlar a inflação já anunciada na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), no final de abril, quando a Selic foi elevada de 8,75% para 9,50% ao ano. Na semana passada, a taxa subiu novamente, atingindo 10,25%.
Com a elevação da taxa básica da economia, o custo do financiamento fica mais alto, inibindo o consumo. Seguindo a lei da oferta e da demanda, a diminuição da procura por bens e serviços desaquece a economia, impedindo que os preços subam.
O levantamento do Procon-SP envolveu Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.
No empréstimo pessoal, foi considerado o período de pagamento em 12 meses, já que todos os bancos pesquisados trabalham com esse prazo. Para o cheque especial, 30 dias.
Os dados se referem às taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independentemente do canal de contratação.
Juros no empréstimo pessoal, ao mês para cada banco ficou da seguinte forma: Banco do Brasil – 4,68%; Bradesco – 5,40%; Caixa Econômica Federal – 4,78%; HSBC – 4,83%; Itaú – 5,86%; Nossa Caixa – 4,68%; Real – 5,63%; Safra – 5,40%; Santander – 5,63%; Unibanco – 5,86%.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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