TCE reprova contas de três prefeitos e mantém multa a Adail Pinheiro

Em: 21 de setembro de 2012
Os prefeitos de Rio Preto da Eva e Nhamundá, Fullvio da Silva Pinto e Mário José Chagas Paulain, respectivamente, foram condenados pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM)
Os prefeitos de Rio Preto da Eva e Nhamundá, Fullvio da Silva Pinto e Mário José Chagas Paulain, respectivamente, foram condenados pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM)

Os prefeitos de Rio Preto da Eva e Nhamundá, Fullvio da Silva Pinto e Mário José Chagas Paulain, respectivamente, foram condenados pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), na sessão ordinária de quinta-feira (20), a devolver ao erário R$ 45 mil por irregularidades encontradas em suas prestações de contas do ano passado.
Na mesma sessão, o pleno negou o recurso do ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, que tentava anular decisão desfavorável da corte, que acolheu denúncia de que o gestor concedia notas fiscais “frias”, para justificar gastos da prefeitura. Além de lhe aplicar multa, o TCE o proibiu, na ocasião, de exercer cargo público por cinco anos.
O relator dos processos dos dois prefeitos, auditor Mário Filho, multou Fullvio em R$ 35,4 mil e Mário Paulain em R$ 9,6 mil. Conforme o auditor, além de não terem apresentado documentação, os dois ignoraram os prazos do TCE. Ambos os processos foram os primeiros 100% digitalizados.
Outro prefeito que teve as contas desaprovadas, por unanimidade, foi o de Novo Airão, Wilton Pereira dos Santos. Ele foi multado pelo conselheiro Ari Moutinho em R$ 10,9 mil por diversas irregularidades identificadas na prestação de contas, do ano de 2007.
O ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, teve seu recurso de reconsideração negado por unanimidade, sendo mantida a decisão do pleno quanto as suas penalidades. O TCE manteve a multa de R$ 3,2 mil e manteve a inabilitação de ocupar cargo de comissão ou função de confiança dos órgãos da administração pública estadual por cinco anos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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