Levantamento realizado pela Geofusion, empresa de inteligência geográfica, aponta que o varejo que mais se expandiu nos shoppings do país foi o voltado para os artigos do lar, com aumento de 11,13% no número de lojas, em relação a 2020. A pesquisa leva em consideração unidades localizadas nos oito principais estados do país. No Amazonas, os maiores crescimentos foram observados em artigos diversos (12,98%) e artigos do lar (12%).
Confirmando a pesquisa, no segundo semestre deste ano, o Amazonas passou a contar inaugurações no segmento, a Tok e Stok, por exemplo, referência no varejo de móveis e decoração, deu início às atividades da primeira loja em Manaus em agosto. A unidade opera na área interna do Shopping Ponta Negra.
O plano de expansão nacional reforça a consolidação da marca. A líder e pioneira do setor de móveis e acessórios no Brasil, chega ao mercado amazonense, para trazer inspiração para a casa, com a sua curadoria de produtos que contam com design contemporâneo e coleções com parcerias exclusivas.
Na ocasião, o diretor executivo comercial da Tok&Stok, Gabriel Miceli, destacou que a primeira loja em Manaus representa um marco muito importante para a companhia, “ela será a estreia em um novo mercado e faz parte do robusto e acelerado plano de crescimento da companhia para este e os próximos anos”.
A unidade conta com um amplo portfólio de produtos entre móveis e acessórios de decoração e separados por setores para proporcionar fluidez ao consumidor durante sua jornada de compra e organizado de acordo com as tendências da marca – para atender os mais diversos estilos, acrescentou ele.
O empresário afirma estar entusiasmado com a chegada ao estado do Amazonas e otimistas em oferecer uma nova jornada ao público local e muita inspiração aos mais diferentes estilos”, celebra Miceli. “Estar presente neste mercado significa gerar mais conexões entre a marca e os consumidores amazonenses”, ressalta.
Conforme dados da pesquisa, também tiveram crescimento em total de pontos de venda os setores de conveniência e serviços (9,89%), cuidados pessoais (9,34%); artigos diversos (5,11%) e moda (1,76%). O mesmo estudo também mostra uma retração do segmento alimentação (-2,49%) e lazer e cultura (-0,68%).
– A reabertura do comércio físico ainda segue a lógica do período mais intenso da pandemia. O consumidor continua investindo na melhoria de sua residência, o que reflete no aumento de lojas desse segmento nos shoppings – avalia Susana Figoli, diretora de Inteligência de Mercado na Geofusion.
Em novembro, o Manauara Shopping passou a contar com a primeira unidade da Casa Riachuelo na região Norte, sua marca de itens focados para o lar. A nova unidade conta com ainda mais sortimento de moda casa e itens de decoração como tapetes, cama, banho, mesa posta, cortinas, produtos geek, linha infantil, até eletroportáteis e itens para os pets.
O diferencial da Casa Riachuelo é oferecer produtos de boa qualidade e variedade a preços acessíveis, contribuindo para que o cliente possa investir em diversos ambientes da sua residência. Os produtos são exclusivos e divididos em mundos, com lifestyles diferentes.
Para completar o mix de produtos da Casa Riachuelo, a varejista mantém ainda parceria com diversas marcas consolidadas do segmento, adicionando seus itens ao portfólio, como Nespresso, Oster, Cadence, Fom, Karsten, Buddemeyer, Santista e outras.
Outros números
A pesquisa também traz um recorte dos estados. São Paulo segue a tendência nacional, com a maior abertura de lojas de artigos do lar (19,90%) e setor de alimentação com queda (-8,55%). No Rio de Janeiro, todos os setores registraram um aumento do número de pontos de vendas em shoppings: o maior foi do setor de cuidados pessoais (12,53%), e o menor, o de cultura e lazer (1,13%).
Na contramão dos demais estados, os shoppings de Minas Gerais tiveram mais abertura de lojas dedicadas à cultura e lazer (+15,09%), enquanto o segmento artigos do lar teve queda de lojas em funcionamento (-4,40%). No Distrito Federal, só o setor de cultura e lazer teve aumento do número de pontos de venda (13,16%), e o segmento de artigos diversos teve queda de -8,33% no número de lojas.
No Paraná, houve queda do número de lojas de todos os setores, com exceção de moda (3,39%) e cuidados pessoais (3,12%). Já o Ceará teve aumento de lojas de todos os setores, com crescimento substancial nas categorias artigos do lar (38,37%), lazer e cultura (33,33%) e conveniência e serviços (21,30%). A Bahia também teve alta em todos os segmentos, com destaque para artigos do lar (22,62%), conveniência e serviços (22,17%) e artigos diversos (14,46%).
Já no Amazonas, apenas o setor de cuidados pessoais registrou queda de 6,78% no número de lojas em shoppings.







