Varejo têxtil condena aumento

Em: 6 de novembro de 2007
Para a entidade, que congrega as principais redes do país que comercializam artigos de vestuário, o aumento da TEC de 20% para 35% deve pesar no bolso do consumidor
Para a entidade, que congrega as principais redes do país que comercializam artigos de vestuário, o aumento da TEC de 20% para 35% deve pesar no bolso do consumidor

Mais um golpe no mercado de vestuário. É como a Abeim (Associação Brasileira do Varejo Têxtil) analisa a oficialização da nova TEC (Tarifa Externa Comum) para importação de confecções, que passa a vigorar a partir de agora. Para a entidade, que congrega as principais redes do país que comercializam artigos de vestuário, o aumento da TEC de 20% para 35% deve pesar no bolso do consumidor nas compras de Natal.

De acordo com a Abeim, o varejo têxtil de grande superfície, representado pelas principais redes do Brasil, terá um crescimento de 30% este ano com a abertura de 150 novas lojas. A indústria têxtil, no entanto, cresceu apenas cerca de 2,6%, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os números mostram que o varejo tem de suprir a demanda nacional com produtos importados diferenciados, pois o consumidor tem poder aquisitivo e disposição para comprar, mas a indústria local não acompanha esse crescimento. No entanto, com o aumento da TEC, as peças importadas podem ficar até 15% mais caras neste fim de ano. Essas importações representam cerca de 10% dos produtos comercializados no grande varejo.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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