Vereador discute limpeza e habitação no Rio Piorini

Em: 28 de março de 2011
A limpeza dos igarapés. Essa é a primeira providência a ser levada a cabo pelo Poder Público Municipal, como resultado da audiência pública promovida pela Comissão de Legislação Participativa da CMM
A limpeza dos igarapés. Essa é a primeira providência a ser levada a cabo pelo Poder Público Municipal, como resultado da audiência pública promovida pela Comissão de Legislação Participativa da CMM

A limpeza dos igarapés. Essa é a primeira providência a ser levada a cabo pelo Poder Público Municipal, como resultado da audiência pública promovida pela Comissão de Legislação Participativa da CMM (Câmara Municipal de Manaus), realizada esta semana pelo vereador Waldemir José (PT) no espaço da igreja católica Sagrado Coração de Maria, no bairro Rio Piorini, Zona Norte da cidade. A intenção foi debater política habitacional, limpeza e medidas preventivas para as moradias das áreas de risco.
Depois de ouvir o relato dos moradores, o subsecretário de Limpeza Pública, Túlio Knilphoff, que participou da audiência, marcou encontro com os moradores às 8h30 de segunda-feira, para visitar todos os pontos críticos do bairro, sobretudo, os locais de alagação, para iniciar o processo de limpeza dessas áreas.
Além de Túlio, participaram da audiência o defensor público, Ariosto Braga Neto, o promotor público, Carlos Alberto Barreto, representando a Semmas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade), a engenheira Maria Silvia Tinoco, da Seminf (Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura), as lideranças comunitárias e moradores do bairro. Waldemir José abriu a audiência cedendo espaço para manifestação das lideranças e moradores do bairro, que falaram dos problemas com a questão da habitação e limpeza do bairro. Para provar que não é invasor, Ivan Carvalho de Oliveira exibiu documento de compra do terreno onde edificou sua casa. “Agora, estão dizendo que é área verde e, por isso vou ter de deixar o lugar onde moro há 18 anos. Adquiri o lote do senhor Francisco Moreira Frota, em 1993”.. O promotor Carlos Alberto Barreto explicou que o Código Florestal impede qualquer construção em margem de igarapé.

Redação

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