Para acelerar o processo de recuperação das vias do DI (Distrito Industrial) a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) e o Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas) estão fechando uma parceria com o Exército por toda esta semana para a conclusão das obras iniciadas em 15 de fevereiro.
O convênio que a Suframa está tentando firmar com as Forças Armadas é totalmente distinta do feito com o Cieam. “A proposta é que o Exército assuma as operações tapa-buracos das ruas do Dl”, informou o superintendente-adjunto de Administração as Suframa, Plínio Ivan Pessoa.
Segundo o executivo, as ruas do DI sempre foram mantidas pela Suframa, mas desde quando os recursos da autarquia começaram a ser contingenciados, a situação do tráfego de veículos foi agravada. Com o descontingenciamento feito pelo governo federal em setembro do ano passado, com apoio dos governos e parlamentares da área de atuação da instituição, a Amazônia Ocidental mais o Amapá, a superintendência firmou convênio com o Cieam de R$ 40 milhões para recuperar as ruas do DI.
Prazo de entrega é de 18 meses
Segundo Plínio, foi estabelecido um prazo de 18 meses para conclusão da obras de revitalização das vias, que foram iniciadas em fevereiro deste ano. Cerca de R$ 3,7 milhões já foram destinados para as obras emergenciais, que estão sendo realizadas nas sete vias em estado mais crítico, Buriti, Balata, Jutaí, Abiurana, Procter & Gable (antiga Bola da Gillette), Bola da Suframa e Danilo Areosa. Os trâmites legais para a realização das obras, mesmo emergenciais, atendem a Lei de Licitações, de nº 8.666/93.
A autarquia firmou convênio com o Cieam para as obras de revitalização do Distrito Industrial I por meio do descontingenciamento dos recursos próprios da Suframa, feito pelo governo federal, em setembro do ano passado, com o apoio dos governos e parlamentares da Amazônia Ocidental e do Amapá (área de atuação do órgão, que compreende os Estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima e as Áreas de Livre Comércio dos municípios de Macapá e Santana, no Amapá).
“Se o convênio não fosse feito o recurso voltaria para os cofres da União porque não haveria tempo hábil para a conclusão da licitação para a recuperação do sistema viário” informou Plínio.
De acordo com a Suframa, engenheiros da autarquia e do 2º agrupamento do Exército, está reunindo informações sobre o trabalho a ser executado. O Distrito 1 e 2 (área de expansão) têm 56 quilômetros de vias e toda essa extensão será visitada pelas equipes das Forças Armadas.
A expectativa da Suframa é que assim que for celebrado o convênio as equipes do Exército comecem a ajudar na melhoria do tráfego dos veículos que utilizam as vias. Essa não é a primeira vez que a Suframa e a Força Armada trabalham juntos. O Exército já realizou diversos trabalhos de manutenção das vicinais do DAS (Distrito Agropecuário da Suframa).







