Trataremos nesta oportunidade de um tema salutar, porém controverso em sua essência, sobre vários ângulos e pontos de vista. A idéia é abrir um painel para o melhor entendimento do leitor, onde se possa visualizar o que as pessoas estão buscando em termos de imagem pessoal. O porquê de tanta inquietação em alguns milhares de seres, ao se deixarem conduzir pelo culto ao “belo” e o sofisticado. É tudo feito sem qualquer discrição, somente parecer-se notado, visto e lembrado. Com a palavra as inúmeras indústrias: têxtil, beleza e cosméticos, calçadista, grandes grifes com milhões de faturamento as nossas custas. Tudo pela manutenção da beleza e dos produtos ditos de anti-envelhecimento. Não é pecado ter um pouco de narcisismo, ou usar de vaidade, é saudável. Porém, o cuidado deve ser redobrado quando se busca elementos parecer bem na foto, consumindo tudo o que lhe chega aos olhos. Até para este comportamento não tornar-se uma conduta adoecida, portanto, prejudicial à saúde. É bom ter precaução com produtos que apresentam-se como salvadores da beleza, mas seus ingredientes produzem pouco quase nada. É a ineficácia misturada aos equívocos cujo final do filme não deverá ter um bom desfecho.
Agregar valor a imagem é mais que um clichê
A indústria do rejuvenescimento, por certo, está vivendo um momento ímpar, de aumento de cifras em toda a cadeia produtiva mundial, atrelada este tipo de economia, pela compulsão do consumo. De alguma forma, influenciados pela agressiva mídia sob o patrocínio do capital. A veia consumista do mundo moderno tem sido notória por sua abrangência em lançar produtos para nos seduzir com apelos mercantis infalíveis. Assim, desejamos contribuir, discordando do jargão popular, de que “imagem é tudo”. Acreditamos que esta afirmação tornou-se mais uma frase de feito que os publicitários utilizam nos anúncios. Em nossa visão, imagem não é tudo, pois antes de qualquer coisa, o indivíduo precisa estar ciente ao compor elementos indispensáveis que agreguem valor a sua imagem, muito mais que um clichê. Por isso, algumas dicas serão sugeridas para quem deseja apresentar-se de forma adequada, sem perder a sua essência. Uma vez que além da beleza física, o marketing pessoal também envolve: Investimento em saúde, alimentação, visual harmônico, auto-estima e auto-imagem, currículo, qualidades e competências, demais cuidados.
Investir em saúde física e mental é um bom marketing pessoal
Os publicitários que nos perdoem, mas a saúde é fundamental. Portanto, antes de qualquer investimento em métodos que se supõem promover qualidade de vida, seja vigilante. Observe tudo que está escrito na embalagem, converse com especialistas no assunto. Quando se propuser a iniciar exercícios, busque uma academia que disponha de profissionais qualificados, vá ao médico, submeta-se a exames de rotina. Todo cuidado é pouco quando se trata de saúde.
Segundo Sady Bordin, prestar atenção à sua própria saúde física e emocional é zelar por seu patrimônio pessoal, mesmo porque buscar formas para tornar-se saudável é um bem impagável sob todos os aspectos. Por certo, cuidar deste patrimônio que é o corpo é responsabilidade inequívoca de cada um.
O marketing pessoal, o da alimentação saudável
Uma boa alimentação a base de frutas, fibras, cálcio, reduzir o sal, adotar hábitos saudáveis como fazer caminhadas pelo menos três vezes por semana, praticar esportes, evitar frituras que são as gorduras saturadas. O ideal é fazer refeições em poucas porções, várias vezes ao dia, reduzir a ingestão de álcool, dizer não ao tabagismo, ter um sono adequado com o mínimo de oito horas, bem como, adotar comportamentos anti-estresse. Além disso, se pode extinguir de nossa rotina comportamento ditos conflituosos. Todo e qualquer projeto que se queira empreender passa necessariamente por um repensar conceitos e mudanças de atitudes que possam ser traduzidas em ações mais saudáveis. Atos que possam redundar em uma boa qualidade de vida. A ciência lembra q







