Indústria da transformação prevê estabilidade no 1º trimestre

Em: 8 de setembro de 2015
Com a crise financeira mundial, empresários mineiros de micro e pequenas indústrias de transformação esperam estabilização do faturamento, do emprego e da produção nos primeiros três meses deste ano
Com a crise financeira mundial, empresários mineiros de micro e pequenas indústrias de transformação esperam estabilização do faturamento, do emprego e da produção nos primeiros três meses deste ano

Com a crise financeira mundial, empresários mineiros de micro e pequenas indústrias de transformação esperam estabilização do faturamento, do emprego e da produção nos primeiros três meses deste ano. A expectativa é apontada pela Sondagem Trimestral realizada pelo Sebrae-MG e pela Ipead (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais).
A pesquisa mostrou a avaliação do último trimestre de 2008 e a expectativa para janeiro, fevereiro e março de 841 entrevistados dos segmentos de alimentos, metalurgia e produtos de metal, móveis, minerais não-metálicos, calçados e artefatos de couro e confecção.
Os empresários de calçados e artefatos de couro, móveis, metalurgia e produtos de metal fizeram previsões mais pessimistas. O grupo apresentou os maiores índices de expectativa de redução do faturamento (45,6%, 40,5% e 37,3% respectivamente), número de funcionários (24,5%, 26,2% e 23,7% respectivamente) e da atividade produtiva (44,4%, 36,9% e 38,1% respectivamente) se comparado ao quarto trimestre de 2008.
Apesar desses segmentos terem incorporado as expectativas negativas do mercado, geradas pelas crise financeira, para 46,1% dos entrevistados da indústria de transformação, haverá uma estabilidade do faturamento nos três primeiros meses deste ano.
O emprego e a produção devem seguir o mesmo ritmo para a maioria dos entrevistados. Cerca de 75% esperam manter o número de funcionários e 51% acreditam na estabilidade da produção física. A pesquisa apontou ainda que 84,5% preveem estabilidade no valor dos preços dos produtos e serviços.
Houve queda 5,7% no faturamento real da indústria de transformação no quarto trimestre de 2008, em relação ao anterior. Também reduziram 1,4% a utilização da capacidade instalada e a produção física, em 34,1% das empresas. A pesquisa apontou, ainda, a manutenção do número de funcionários das micro e pequenas indústrias de transformação e um aumento de 16,1% das despesas de pessoal.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
Pesquisar