Economistas esperam retração de 0,15% no PIB em 2009

Em: 15 de setembro de 2009
Economistas consultados pelo Banco Central esperam uma retração de 0,15% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2009, segundo a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central
Economistas consultados pelo Banco Central esperam uma retração de 0,15% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2009, segundo a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central

Economistas consultados pelo Banco Central esperam uma retração de 0,15% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2009, segundo a pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central. A previsão se manteve praticamente estável em relação à semana passada, quando era de queda de 0,16%. Para 2010, a previsão de crescimento se manteve em 4%.
Para a inflação as previsões se mantiveram estáveis para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), mas melhoraram em relação ao IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) e IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado).
Para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a estimativa se manteve em 4,30%, como na semana anterior, quando a previsão aumentou depois de cinco semanas em queda. A estimativa para o índice serve como meta para a o BC. Em 2009, a meta de inflação é de 4,50%, podendo chegar a 6,5% (teto da meta). Para 2010, o mercado aumentou a previsão de 4,30% para 4,35%.
A previsão para o IGP-DI passou de queda de 0,67% para redução de 0,26%. Para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), a previsão passou de 0,74% para 0,64%.
Os dois indicadores são usados no cálculo dos reajustes de contratos e preços administrados, entre eles, as contas de luz e dos aluguéis.
A previsão para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), se manteve em 4,21% anteriormente. Para 2010, as previsões para os IGPs ficou em 4,5% e para o IPC-Fipe em 4,45%.

Outros indicadores

O mercado prevê o dólar em R$ 1,81 para o fim de 2009, abaixo dos R$1,85 previstos na semana passada. Houve melhora na previsão para o superavit da balança comercial (de US$ 24.30 bilhões para US$ 25 bilhões). Para o deficit nas transações correntes, a expectativa ficou praticamente estável (de US$ 15.05 bilhões para US$ 15 bilhões).

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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