Importações movimentam terminal de cargas de Manaus

Em: 15 de outubro de 2009
Trinta e oito aeronaves cargueiras aterrissaram nos primeiros cinco dias deste mês no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, desembarcando no Teca (Terminal de Logística de Carga) cerca de 18 mil volumes com 1.064 toneladas
Trinta e oito aeronaves cargueiras aterrissaram nos primeiros cinco dias deste mês no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, desembarcando no Teca (Terminal de Logística de Carga) cerca de 18 mil volumes com 1.064 toneladas

Trinta e oito aeronaves cargueiras aterrissaram nos primeiros cinco dias deste mês no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, desembarcando no Teca (Terminal de Logística de Carga) cerca de 18 mil volumes com 1.064 toneladas. Uma movimentação de cargas importadas 111,7% superior as 502 toneladas registradas no mesmo período do mês anterior e 63,4% maior que as 650 toneladas processadas nos mesmos cinco dias de 2008.
Em setembro, o Teca de Manaus registrou recorde histórico de importações. Por meio do terminal, entraram no Estado do Amazonas 4.556 toneladas, alcançando um crescimento de 30% no comparativo com agosto e 18% em relação ao mesmo mês do ano passado. Essa marca ultrapassou o recorde anterior de 4.330 toneladas, registrado no Teca de Manaus em outubro de 2007.
As cargas importadas têm origem principalmente em países da Ásia e Europa e chegam à capital amazonense via Los Angeles, na Califórnia, e Miami, na Flórida. As duas cidades nos Estados Unidos. A maioria são componentes para produção de eletroeletrônicos, telefones celulares e equipamentos de informática pelas empresas instaladas no PIM (Polo Industrial de Manaus).
O desempenho do terminal vem apresentando recuperação desde março, depois de quedas decorrentes da crise econômica mundial. Porém, nos últimos dias acontece forte elevação do movimento de cargas importadas, indicando a retomada da produção nas empresas localizada no PIM.
Além do crescimento registrado, o Teca comemorou também em setembro o índice de 82% de cargas nacionalizadas na Infraero e apenas 18% de cargas removidas para portos secos, que são concorrentes da empresa em zona secundária.
Num passado recente, cerca de 50% da carga era removida para a concorrência – cenário que foi gradativamente revertido, a partir de 2005, após uma série de investimentos da Infraero em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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