O Banco do Brasil começa a operar, já no início do ano letivo de 2010, os recursos do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior), do Ministério da Educação. O Fundo se destina a financiar a educação superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação. Podem pleitear o Fies alunos do ensino superior de cursos com avaliação positiva pelo MEC nas instituições de ensino habilitadas.
O BB já adota as mudanças realizadas pelo governo federal na linha, entre elas estão a taxa limitada a 3,5% a.a e o valor financiável, que pode chegar a 100%. O prazo do financiamento foi ampliado e poderá chegar a até três vezes o período do curso é de até 222 meses, dependendo do curso, sendo de no mínimo 174 meses para amortizações. O início das amortizações começa após 18 meses de conclusão da graduação.
Para ter acesso ao financiamento, o aluno terá que apresentar fiador ou autorizar consignação em folha de pagamento. Inicialmente preencherá cadastro no portal do MEC e depois procurará uma agência para entregar a sua documentação, do fiador e assinar o contrato.
Público universitário
O Banco do Brasil tem hoje 1,3 milhão de contas universitárias e prepara uma campanha de divulgação da linha do Fies e outros produtos bancários para o final de fevereiro. Com o nome “Volta às aulas”, a campanha envolve eventos esportivos e culturais. O BB vai estar em campus de grandes universidades para interagir com estudantes e atender o público. Serão realizadas palestras, apresentações musicais e outras atrações. Hoje, o BB tem 35 agências instaladas em camping universitário.
O BB oferece uma série de vantagens e facilidades para os estudantes que abrirem conta corrente: isenção de tarifa de pacote de serviços por seis meses e depois taxa mensal de R$ 3,80. Também tem direito a limite de crédito pré-aprovado de R$ 500, podendo chegar a R$ 800 conforme comprovação de renda, e Ourocard Universitário Internacional, com a primeira anuidade grátis.
Incorporação deve ter sete etapas
A incorporação da Quattor pela Braskem será realizada em sete etapas. A primeira delas será a formação de uma holding, a BRK Investimentos Petroquímicos, que deterá a totalidade das ações ordinárias de emissão da Braskem, atualmente detidas por Odebrecht e Petrobras.
Na segunda etapa serão feitos os aportes de recursos na BRK a serem realizados em dinheiro por Odebrecht e Petrobras. Na terceira etapa será feito o aumento de capital da Braskem a ser realizado sob a forma de uma subscrição privada por seus acionistas. A aquisição pela Braskem das ações da Quattor detidas pela Unipar será a quarta etapa, seguida da aquisição pela Braskem de 100% das ações da Unipar Comercial e Distribuidora e de 33,3% das ações da Polibutenos S.A. Indústrias Químicas (“Polibutenos”). Na sexta etapa, a Braskem incorpora as ações da Quattor detidas pela Petrobras; e, por último, fará uma oferta pública por alienação indireta de controle da Quattor Petroquímica, empresa controlada da Quattor.
Além do acordo para a criação da gigante do setor petroquímico, que será reunida na holding BRK, Odebrecht, Petrobras e Braskem celebraram um acordo de associação que define as participações das empresas no Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e no Complexo Petroquímico de Suape. O Acordo prevê que a Braskem assumirá as sociedades que desenvolvem as 1ª. e 2ª. gerações petroquímicas do Comperj.







