Em: 16 de setembro de 2026

Não resta dúvidas de que na luta pela sobrevivência se encontra a razão da existência dos  ecossistemas do planeta. Na verdade, o homem é o responsável por tudo   ao seu redor,  estando na realização  do cultivo das hortas e pomar ― onde cada fruta exige um tipo de cuidado ― na criação de gado, enfim no cuidado com o meio ambiente como um todo.

Ao longo da história, esse conhecimento  primitivo   foi se estruturando nas sociedades humanas, com por exemplo, catalogação das espécies de animais e vegetais e suas diversas utilidades  para a sobrevivência.  A sabedoria  nasceu dessas lições, que foram transmitidas de geração em geração   formando um  legado de  experiências, assim nasceu a denominada “cultura”, bem como o HOMO SAPIENS. Contudo, cada povo colonizado ou aculturado passou a sofrer com governos manipuladores, que enterravam o conhecimento humano.

Hoje devemos reconhecer  aquela “sabedoria nativa” por ter sido fundamental na  evolução cultural, social e educativa. Foi a partir dela que surgiu o homem — e, com ele, o futuro do mundo em que vivemos, sob o manto de uma ilusão mórbida, no qual expectativas distorcidas conduzem os sistemas às catástrofes que atingem as famílias.

Atualmente, os custos se impõem como prioridade, e somente assim a vida revela o que realmente está em jogo. Os líderes, não podem ignorar a dinâmica dos empreendimentos nem os problemas que  surgirão. Essas conclusões trouxeram o conhecimento obrigatório do “modus operandi”, abrindo caminho para múltiplas especialidades capazes de atender às exigências de um mercado consumidor em constante expansão. Assim, o ser humano sente hoje o dever de se atualizar para se manter no mercado, conhecendo os  produtos  e os serviços  ofertados e, principalmente,  suas aptidões, capacidades e eficiência na obtenção de resultados  positivos. Viver não é mais uma arte, mas uma  conquista.

Por isso, os chineses costumam dizer: “Quanto maior o caos, mais próxima estará a solução”.

 

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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