O poder é bom. Tanto que, em busca dele, a humanidade e a Humanidade sempre estiveram em guerras, em conflitos, e com todos e quaisquer meios disponíveis ou a serem disponibilizados, e sem dó nem piedade. A História nos apresenta o passado e nos escancara o futuro. Foi, é e será sempre assim. Afinal, não mudamos a nossa essência, pois, o que sempre evolui são as coisas que criamos, as ideias que temos e as ferramentas que usamos, e no contexto ferramentas, incluo as armas. Nós, os animais humanos, desde o início de nosso passeio por este planeta, comemos, urinamos, defecamos, bebemos e fazemos sexo do mesmo jeito, e tudo isso com as mesmas partes do corpo. O que evolui é a forma do que consumimos, mas sempre é vegetal ou animal, natural ou artificializado. E, em nome do poder, no contexto da nossa Democracia, que aliás é única no mundo, pois é nossa, e que se assemelha, em parte, aos princípios gregos clássicos. Agora estamos na época de Eleições. E é a única oportunidade que todos os candidatos nos procuram, nos agradam, nos seduzem e nos mentem, nos enganam. Mas, é assim que eles têm poder: nós os colocamos nos tronos! O nosso voto é a força mais importante na Democracia, que, por sua vez, não é uma ideia de partido político algum. O que vale é o voto! E que seja computado com honestidade! Pois bem, muitos votarão porque ou amam, ou concordam, ou simpatizam com o candidato A e odeiam, desejam a morte lenta e dolorosa do candidato B, e não importa a vaga, mas o fundamento popular é o mesmo. Aqui em casa, não se perde tempo falando de política e muito menos assistindo absolutamente nada exposto pela mídia. E não devemos esquecer que as mídias são produtos de pessoas iguais a nós, nem melhores e nem piores. Ah! Ganham mais dinheiro que nós? Sim, mas você não quis estar no lugar delas, pois bastava fazer o que elas fizeram e pronto. Mas, você gostaria de ser uma autoridade? Fácil, siga o caminho e a história deles, e faça igual também. Na minha fase septuagenária, o poder não me fala ao ego. Que bom! Eu, você, e todos poderosos seremos, um dia, um monte de carne podre comida por vermes. Calma! Vai chegar! Todavia, focando no presente, daqui a pouco vou exercer o meu poder, que não digo que seja um direito e nem uma obrigação: é o PODER DO VOTO! Nós escolhemos os reis. E os demitimos. Vou votar em quem eu quero, desejando que os outros, ou melhor digitando, pensando e decidindo: os outros não estão inseridos em minhas orações. E assim a vida segue seu ritmo. E sei que vou continuar tomando minhas cervejas e deixar para que os poderosos cuidem da nossa Pátria, da nossa Nação, do nosso Povo, da nossa História, da nossa Cultura, do nosso modo de viver! E a vida segue!















