Petroleira faz acordo para comprar CNAA

Em: 14 de março de 2011
A BP Biofuels do Brasil, braço de energia renovável da petrolífera britânica British Petroleum (BP), anunciou nesta sexta, dia 11, um acordo para adquirir 83% da Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), produtora brasileira de etanol, por US$ 680 mi
A BP Biofuels do Brasil, braço de energia renovável da petrolífera britânica British Petroleum (BP), anunciou nesta sexta, dia 11, um acordo para adquirir 83% da Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), produtora brasileira de etanol, por US$ 680 mi

A BP Biofuels do Brasil, braço de energia renovável da petrolífera britânica British Petroleum (BP), anunciou nesta sexta, dia 11, um acordo para adquirir 83% da Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA), produtora brasileira de etanol, por US$ 680 milhões. A compra de 83% da CNAA significa uma mudança de estratégia da BP, que buscava o “controle compartilhado”, com até 50% do capital das usinas.
Esta é a segunda aquisição de usinas de etanol de cana-de-açúcar pela BP em território brasileiro e a maior já realizada pela empresa britânica em energia renovável. A BP já possui 50% da Usina Tropical BioEnergia, localizada em Goiás, desde 2008. Com isso, se tornou a primeira petrolífera a entrar no negócio de etanol de cana.
Além dos US$ 680 milhões, a BP irá assumir toda a dívida de longo prazo da CNAA, que será refinanciada. A nova aquisição vai aumentar a capacidade produtiva da BP no Brasil para cerca de 1,4 bilhão de litros de etanol por ano, ante nível atual de 435 milhões de litros.
A CNNA possui as usinas Itumbiara, em Goiás, e a Ituiutaba Bioenergia, em Minas Gerais. A CNAA também possui um empreendimento em desenvolvimento em Campina Verde (MG). Em plena operação, as três usinas terão capacidade total de moagem de 15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. Cada usina tem a capacidade de produção de 480 milhões de litros de etanol, além de excedente de 340 gigawatt/hora para ser comercializado de energia elétrica.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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