Fausto Souza se defende de denúncia feita por reportagem

Em: 9 de junho de 2011
Fausto Souza demonstrou, com documentos, que está desligado da empresa desde 16 de dezembro de 2010, permanecendo apenas como cotista, o que é permitido por lei
Fausto Souza demonstrou, com documentos, que está desligado da empresa desde 16 de dezembro de 2010, permanecendo apenas como cotista, o que é permitido por lei

O deputado Fausto Souza (PRTB) usou a tribuna da Aleam (Assembleia Legislativa) na manhã desta quarta-feira (8) para esclarecer que não é mais proprietário da empresa Aldri Serviços Ltda, conforme foi veiculado em reportagem na imprensa local ontem, que o acusou de prestar serviços à prefeitura de Manaus, sendo irmão do ex-vice-prefeito e atual deputado federal, Carlos Souza (PP).
Fausto Souza demonstrou, com documentos, que está desligado da empresa desde 16 de dezembro de 2010, permanecendo apenas como cotista, o que é permitido por lei. De acordo com o deputado, seu desligamento da parte gerencial da Aldri Serviços ocorreu dois dias antes de sua diplomação como deputado no TRE (Tribunal de Regional Eleitoral), no dia 18 de dezembro.
Souza afirmou que sempre foi empresário e era um dos sócios da empresa, quando não era parlamentar, mas garante que hoje sua participação é zero.
“Como posso estar à frente de uma empresa se passo o dia todo na Assembleia Legislativa de segunda a sexta-feira, no plenário, no gabinete despachando, e quando saio é para reuniões referentes a assuntos legislativos, inclusive Comissão de Esporte e Lazer da Aleam, a qual presido?”, questionou.
Se dizendo surpreso com a reportagem, Fausto apresentou cópia de seu Imposto de Renda de 2010, onde aparece sua exclusão da cota de 83% da sociedade da empresa.
“Já me justifiquei perante a Receita Federal e em 2012, quando for declarar meu imposto de 2011 já não consta mais minha participação na empresa”, mencionou, ressaltando não querer deixar dúvida nenhuma sobre esse fato.
A reportagem aponta que a empresa firmou contrato com a prefeitura de Manaus por meio da Semed (Secretaria Municipal de Educação) no valor de R$ R$ 3.324.096,00 para prestar serviços de operação de sistema de alarme e controle de aceso nas escolas municipais.

Redação

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