Ciclo de queda dos juros pode se quebrar

Em: 16 de outubro de 2007
“O movimento sindical não aceita uma interrupção no ciclo de queda de juros”, afirmou Patah, para quem “os economistas isentos têm apresentado uma série de argumentos
“O movimento sindical não aceita uma interrupção no ciclo de queda de juros”, afirmou Patah, para quem “os economistas isentos têm apresentado uma série de argumentos

O presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, afirmou ontem, em São Paulo, que não vê motivos para o Copom (Comitê de Política Monetária) não reduzir a taxa básica de juros da economia, que hoje é de 11,25% ao ano.

“O movimento sindical não aceita uma interrupção no ciclo de queda de juros”, afirmou Patah, para quem “os economistas isentos têm apresentado uma série de argumentos a favor de mais um corte de 0,25 ponto porcentual na taxa”. Segundo Patah, haverá consequências muito mais graves para a atividade econômica, para o nível de emprego, para o crédito e para o consumo se o Banco Central voltar a manter a política de juros altos.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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