Divergências impedem paralisação geral

Em: 26 de julho de 2012
Uma divergência de opiniões entre a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros) e o MUBC (Movimento União Brasil Caminhoneiro) impediu a paralisação nacional dos caminhoneiros e carreteiros programada para ontem
Uma divergência de opiniões entre a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros) e o MUBC (Movimento União Brasil Caminhoneiro) impediu a paralisação nacional dos caminhoneiros e carreteiros programada para ontem

Uma divergência de opiniões entre a Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros) e o MUBC (Movimento União Brasil Caminhoneiro) impediu a paralisação nacional dos caminhoneiros e carreteiros programada para ontem.
Mesmo assim, o secretário-geral do Sindccaceam (Sindicato dos Caminhoneiros e Carreteiros, Autônomos de Carga do Estado do Amazonas), Sérgio Alexandre, declarou que no Amazonas a categoria sindicalizada está satisfeita e por enquanto não há risco de interrupção nas atividades. “Alcançamos dois objetivos principais. A denúncia formal de empresas irregulares que operam na cidade, transportando cargas para o PIM, e o agendamento de uma audiência pública”, detalhou.
Ele informou que o sindicato apresentou denúncia formal a ANTT (Agência Nacional de Transporte de Carga) contra duas empresas e uma cooperativa em funcionamento em Manaus.
“Existem empresas que trabalham com construção civil, por exemplo, e oferecem serviço de transporte de carga. Em alguns casos elas não possuem nem mesmo um caminhão terceirizando o serviço e ocasionando competição desleal com as transportadoras legalizadas”, queixou-se.
Conforme informou o representante, a ANTT e o Detran (Departamento de Trânsito) já se comprometeram a iniciar as fiscalizações em um prazo de 15 dias.
A redação de uma lei municipal sobre o transporte de cargas no Estado e outras reivindicações locais como o questionamento da cobrança de R$ 1.500 de ‘taxa fumaça’ pela Semmas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade) serão discutidas em audiência pública na câmara municipal nos próximos dias.
“Queremos reunir diversos órgãos como Semmas, Ipem e Detran para questionar e organizar a categoria. Fundamos o sindicato há apenas oito meses e existem muitos pontos a ser esclarecidos”, resumiu Sérgio Alexandre.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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