O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, sinalizou que não pretende deixar o governo apesar da Comissão de Ética Pública ter considerado incompatível o acúmulo do cargo de ministro de Estado com o de presidente do PDT. “(A posição da comissão) é absurda, antidemocrática e preconceituosa, além de discriminatória contra o PDT. No Brasil todo, só existe Carlos Lupi como dirigente partidário?”, disse o ministro a jornalistas, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. “Estou sendo vítima de um linchamento público por cometer o crime de ser presidente de um partido”, acrescentou.
Lupi ponderou que não é o único servidor público ligado a um partido político no país. “A decisão da comissão só vale para a minha pessoa. Só eu estou ferindo a ética?”, insistiu o ministro.







