O dólar comercial foi negociado a R$ 1,825 para venda, com acréscimo de 1,84%, nas últimas operações de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,930 (valor de venda), com avanço de 0,52%.
A taxa de risco-país, medida pelo índicador Embi+ (JP Morgan), marca 283 pontos, número 4,81% superior à pontuação final de anteontem.
Profissionais de mercado atribuíram a apreciação das taxas ao movimento de saída dos investidores estrangeiros da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), com venda de ações e compra de dólar. Há uma desconfiança generalizada entre investidores e analistas sobre a economia americana, o que gera cautela e aumento da aversão ao risco.
O Banco Central realizou leilão de câmbio às 15h39 e aceitou ofertas por R$ 1,824 (taxa de corte). O nível das reservas internacionais atingiram US$ 186,417 bilhões (até dia 22 de janeiro).
Juros futuros
O mercado futuro de juros, que baliza as tesourarias dos bancos, manteve as taxas projetadas para 2008 e 2009.
Entre os contratos mais negociados, a taxa projetada para abril de 2008 permanece em 11,19%; no contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada continuou em 11,97%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada subiu de 12,91% para 12,97%.
As Bolsas dos EUA conseguiram recuperar-se na quarta-feira e voltaram a crescer graças a oportunidades de investimento aproveitadas pelos operadores, que compraram após dias de fortes baixas. A alta de ontem interrompe uma seqüência de cinco dias de perdas.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 2,50%, para 12.270 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 1,05%, para 2.316 pontos, enquanto o índice S&P500, que reúne as 500 empresas mais negociadas, registrou valorização de 2,14%, para 1.338 pontos.
Os três índices abriram em forte queda, influenciados principalmente pelos resultados negativos divulgados pela Apple e pela Motorola.







