Diminuir as barreiras protecionistas e, ao mesmo tempo, acelerar a conclusão das negociações da Rodada Doha. Este foi o pedido de líderes e empresários durante os debates do Fórum Econômico Mundial, que acontece desde quarta-feira em Davos, na Suíça. As medidas foram apontadas como solução para combater os efeitos de uma possível recessão econômica nos EUA.
“Terminar a Rodada Doha é o melhor remédio para a economia’’, disse o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ao chegar a Davos. Amorim se reuniu com o comissário de Comércio da União Européia, Peter Mandelson, e com a representante de Comércio dos Estados Unidos, Susan Schwab, que, se segundo. Ele, estão comprometidos em terminar as negociações de Doha.
O coro foi engrossado pelo secretário-geral da Organização Mundial do Comércio, Pascal Lamy. Para ele, a iminência de uma crise econômica global e a proximidade das eleições presidenciais nos Estados Unidos tornam o ambiente propício para se chegar a um acordo. “Provavelmente possamos concluir esta negociação em 2008, já que agora existe vontade política para isso’’, afirmou. Lamy assegurou que o presidente norte-americano, George W. Bush, quer chegar a um acordo antes de deixar a Casa Branca.







