Após passar por um período de retomada das vendas e consolidação da marca no Brasil, a Lego alcançou bons resultados no ano passado, com faturamento 7% superior ao de 2006. Além de confirmar a boa receptividade dos lançamentos da mais tradicional marca de blocos de montar, o resultado comprova que os pais continuam preocupados em presentear seus filhos com brinquedos que estimulam a criatividade e cooperam para o desenvolvimento do raciocínio lógico da criançada.
No Brasil desde 1986, a Lego teve lançamentos em praticamente todos os meses de 2007, o que agradou não só os seus consumidores fiéis, como também lojistas do segmento de brinquedos.
No decorrer do ano, 75% do sortimento da Lego para o Brasil foi renovado. Ao todo, foram 127 lançamentos de um mix com 154 produtos. Para este ano, a expectativa é que grande parte do sortimento seja novamente renovado. De acordo com Robério Esteves, diretor de operações da M.Cassab, distribuidora da Lego, as projeções para 2008 são otimistas: “É esperado um crescimento de 15% no faturamento da Lego no Brasil, tendo em vista ao bom desempenho que a marca vem registrando no país”, comemorou. Atualmente, o Brasil está entre os 50 maiores mercados do grupo Lego.
Desempenho
global
Após passar por um período de terceirização de parte da sua produção, o grupo teve um forte ano em 2007. Estrategicamente focada no seu core business, a corporação alcançou um faturamento global de 8 bilhões de coroas dinamarquesas no ano passado (aproximadamente US$ 1.6 bilhão), um crescimento de 2,9% frente ao ano anterior. O lucro chegou a 1,414 bilhão de coroas em 2007, contra 1,281 bilhão de coroas em 2006.







