Em: 9 de setembro de 2026

Sem dúvida nenhuma, o STF se tornou uma instituição deteriorada pela atuação  de alguns de seus ministros. Alexandre de Moraes é  o principal nome que levou o Supremo para a lama, ele  escolheu perseguir e condenar idosos sem defesa ― muitos deles já falecidos.

Outra crise mancha, ainda mais,  esse ministro desumano e contraventor, arrastando consigo a imagem  da classe dos advogados e a reputação das universidades USP e Mackenzie ― instituições de ensino onde foi professor ―  reconhecidas pela sua credibilidade há décadas. Hoje, vimos esse mesmo ministro defender Lula, trocar mensagens com Vorcaro e indicar sua esposa como defensora dele. De nada adianta Fachin se encontrar com Lula, e muito menos fará diferença ouvir seus colegas também, pois a mídia já mostrou a crise claramente.  

A mídia internacional já se inteirou do assunto: “caso Vorcaro e Moraes. Foram múltiplos os encontros e entendem que poderá haver possíveis efeitos políticos”. O povo brasileiro irá comemorar o impeachment desse  ministro ― o   advogado amigo do banqueiro-fraudador. Por todos esses escândalos os brasileiros veem as instituições públicas  com descredibilidade.  Respeitar a Constituição Federal não é algo que esses corruptos milionários fazem.

Assim, não é sem razão que “a Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM) pede o afastamento cautelar de Moraes após conversas com Vorcaro”. Vivemos num cenário de grave instabilidade jurídica onde a imagem do STF se desgasta dia após dia. O cenário é de instabilidade jurídica a exigir o afastamento dos transgressores; bem como respostas a condutas imorais de elevada gravidade. O povo exige a prisão do ministro contraventor pelo  bem da moral e da lei!

 

O dia 7 de setembro tem uma referência histórica em Portugal ― o grito do Ipiranga simboliza a data.  Contudo, o que temos visto são manifestantes atacando o presidente Lula, outros pedindo a saída do ministro  Moraes e outros contra o senador Alcolumbre; sem a eterna crítica aos denominados “melancias” que não saem às ruas. Não se fala mais em País do Futuro porque a pobreza cresce, a educação é de péssima qualidade, a violência  é intolerável e o desemprego elevado  só gera o aumento da criminalidade.  A ingovernabilidade baseada nas promessas colocam o descondenado no caixão dos  esquecidos. O FUTURO já passou! O SUPREMO É O POVO.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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