Os ministros do STF envolvidos em escândalos são verdadeiros mestres na falsidade comportamental, querem nivelar a todos pela sua própria degradação moral. São verdadeiros párias, destituídos dos valores éticos e comportamentais preservados pelos cristãos. Sua hipocrisia os cega para a dor do povo, ferindo a população no que ela tem de mais precioso: o coração.
A ministra Cármen Lúcia ignora ou finge que não vê a rejeição do brasileiro pelo Supremo…não se trata de “mal-estar cívico”, mas de algo sórdido. O povo brasileiro é pacífico, mas se fosse num país como o Nepal, o Brasil estaria em chamas e alguns ministros em “maus lençóis”. Cármen Lúcia foi omissa quanto às maledicências de Alexandre de Moraes.
O brasileiro merece respeito. É preciso manter a fé e a esperança por dias melhores. Esse governo comunista é inimigo do capitalismo. O cinismo desse desgoverno se revela no descrédito do STFcorporativista, imoral e omisso no seu dever de julgar. O Tribunal ignora centenas de processos movidos por quem recorre à Corte por extrema necessidade — algo distante do seu cotidiano e da sua obrigação moral. Diante de tamanha morosidade, quem aguarda a confirmação de uma decisão favorável precisa orientar os herdeiros a darem continuidade à causa.
É preciso exigir reputação ilibada e notável saber jurídico dos futuros ministros, pois vemos que a maioria dessa turma atual colocou o Judiciário num patamar de descredibilidade nunca visto antes. Não se trata de impor responsabilidade, mas o dever de bem aplicar o “bom direito”. Por isso, defender a ordem constitucional e o Estado Democrático de Direito é, sobretudo, impedir que ministros que usam o cargo para “trocar favores” ou agir em benefício próprio sejam punidos com os rigores da lei. Se ministros do Supremo ignoram seus deveres agindo em desconformidade com a lei, a ética e a moral, que saiam da instituição antes que sejam dela retirados. A sociedade já acordou e mandou seu recado: obedecerá aos que julgam de acordo com a lei.
Oxalá tenhamos número suficientes de senadores capazes de reunir coragem para dar início ao processo de impeachment dos ministros envolvidos num mar de lama, após as eleições.







