Não resta dúvidas de que na luta pela sobrevivência se encontra a razão da existência dos ecossistemas do planeta. Na verdade, o homem é o responsável por tudo ao seu redor, estando na realização do cultivo das hortas e pomar ― onde cada fruta exige um tipo de cuidado ― na criação de gado, enfim no cuidado com o meio ambiente como um todo.
Ao longo da história, esse conhecimento primitivo foi se estruturando nas sociedades humanas, com por exemplo, catalogação das espécies de animais e vegetais e suas diversas utilidades para a sobrevivência. A sabedoria nasceu dessas lições, que foram transmitidas de geração em geração formando um legado de experiências, assim nasceu a denominada “cultura”, bem como o HOMO SAPIENS. Contudo, cada povo colonizado ou aculturado passou a sofrer com governos manipuladores, que enterravam o conhecimento humano.
Hoje devemos reconhecer aquela “sabedoria nativa” por ter sido fundamental na evolução cultural, social e educativa. Foi a partir dela que surgiu o homem — e, com ele, o futuro do mundo em que vivemos, sob o manto de uma ilusão mórbida, no qual expectativas distorcidas conduzem os sistemas às catástrofes que atingem as famílias.
Atualmente, os custos se impõem como prioridade, e somente assim a vida revela o que realmente está em jogo. Os líderes, não podem ignorar a dinâmica dos empreendimentos nem os problemas que surgirão. Essas conclusões trouxeram o conhecimento obrigatório do “modus operandi”, abrindo caminho para múltiplas especialidades capazes de atender às exigências de um mercado consumidor em constante expansão. Assim, o ser humano sente hoje o dever de se atualizar para se manter no mercado, conhecendo os produtos e os serviços ofertados e, principalmente, suas aptidões, capacidades e eficiência na obtenção de resultados positivos. Viver não é mais uma arte, mas uma conquista.
Por isso, os chineses costumam dizer: “Quanto maior o caos, mais próxima estará a solução”.







