Bolsas europeias fecham sem direção definida com indicadores dos EUA

Em: 28 de outubro de 2009
Os indicadores econômicos divulgados nos Estados Unidos não deram um sinal claro sobre qual poderá ser o rumo da economia do país -o que influencia também as avaliações sobre o desempenho da economia global
Os indicadores econômicos divulgados nos Estados Unidos não deram um sinal claro sobre qual poderá ser o rumo da economia do país -o que influencia também as avaliações sobre o desempenho da economia global

As Bolsas europeias fecharam sem uma direção definida ontem. Os indicadores econômicos divulgados nos Estados Unidos não deram um sinal claro sobre qual poderá ser o rumo da economia do país -o que influencia também as avaliações sobre o desempenho da economia global.
A Bolsa de Londres fechou em alta de 0,18%, indo para 5.200,97 pontos no índice FTSE 100; a Bolsa de Zurique teve alta de 1,03%, indo para 6.367,97 pontos no índice Swiss Market; e o índice FTSEurofirst 300, referência dos principais mercados europeus, teve alta de 0,4%, indo para 1.000,32 pontos, após as quedas dos últimos três dias.
Já a Bolsa de Frankfurt registrou uma queda de 0,13% no índice DAX, indo para 5.635,02 pontos; a Bolsa de Amsterdã fechou com perda de 0,49%, com 311,13 pontos no índice AEX General; e a Bolsa de Madri teve variação positiva de 0,07%, indo para 1.215,49 pontos no índice Madrid General.
O instituto privado de pesquisa Conference Board informou ontem que o índice de confiança apurado pelo instituto ficou em 47,7 pontos em outubro, contra uma expectativa de 53,1 dos analistas. A preocupação dos americanos quanto ao mercado de trabalho afetou a confiança na economia. A taxa de desemprego no país hoje está em 9,8% e a expectativa dos analistas é de que chegue a 10% entre o fim de 2009 e o início de 1010.
Até a divulgação do índice, no entanto, os investidores viam o sinal positivo do mercado imobiliário americano: o índice Standard & Poor’s/Case-Shiller -um dos principais indicadores do mercado imobiliário dos Estados Unidos- referente aos preços nas 20 principais regiões metropolitanas do país mostrou alta de 1,2% no mês de agosto.
Pela parte da manhã, os investidores europeus viram com otimismo o resultado trimestral da gigante petrolífera BP: o lucro líquido da empresa caiu 34% no terceiro trimestre, para US$ 5.336 bilhões, com uma baixa de 37% do faturamento, para US$ 67.9 bilhões. O resultado, no entanto, superou o previsto.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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