Brasil fechou R$ 1 bilhão em negócios

Em: 16 de outubro de 2009
“Ficamos surpresos com o nível de negociação alcançado, já que os empresários estavam cautelosos quanto às expectativas e apreensivos com os efeitos da crise internacional”
“Ficamos surpresos com o nível de negociação alcançado, já que os empresários estavam cautelosos quanto às expectativas e apreensivos com os efeitos da crise internacional”

O Brasil encerrou sua participação na Anuga (Feira Internacional de Alimentos da Alemanha), maior feira mundial do setor, que aconteceu de 10 a 14 de outubro, em Colônia (Alemanha), com 7.000 contatos entre empresas brasileiras e estrangeiras e uma expectativa de negócios da ordem de US$ 970 milhões, entre os contratos fechados na feira e os previstos para os próximos 12 meses.
Esse foi o resultado levantado junto as 120 empresas brasileiras que foram ao evento sob a organização da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). “Ficamos surpresos com o nível de negociação alcançado, já que os empresários estavam cautelosos quanto às expectativas e apreensivos com os efeitos da crise internacional”, afirmou o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Maurício Borges. Segundo ele, os compradores que visitaram a feira vieram realmente preparados para fechar negócios.
“Quem veio à Anuga este ano estava ansioso para fazer negócios e à procura de propostas mais objetivas e diretas. E as empresas brasileiras trouxeram produtos de qualidade e inovadores. O resultado foi excelente”, declarou Borges.
A Ruette Spices, por exemplo, fechou 68 contratos com países do Oriente Médio e Europa, sendo 30% com novos clientes. “Vendemos 3.100 toneladas de pimenta e 290 toneladas de cravo para entregarmos entre os meses de março e novembro”, comemorou o vice-presidente da empresa, José Ruette Filho.
A Ruette comercializara para o exterior frutas cítricas e especiarias para 99 países. É a terceira maior exportadora de pimenta do reino do mundo e a maior do Brasil. Vende em torno de 9.000 toneladas do produto por ano, o que representa quase 40% da safra brasileira.

Redação

Jornal mais tradicional do Estado do Amazonas, em atividade desde 1904 de forma contínua.
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